Lava Jato: Gim Argello quer fazer delação premiada

O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) decidiu tentar um acordo de delação premiada com o Ministério Púbico Federal para tentar reduzir ou até se livrar de uma punição em eventual condenação pelos crimes dos quais é acusado pela força-tarefa da Lava Jato; o ex-parlamentar é suspeito de receber R$ 5,35 milhões de propina de empreiteiros; em troca de dinheiro ilícito, ele teria poupado empresários de depor na CPI da Petrobras

O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) decidiu tentar um acordo de delação premiada com o Ministério Púbico Federal para tentar reduzir ou até se livrar de uma punição em eventual condenação pelos crimes dos quais é acusado pela força-tarefa da Lava Jato; o ex-parlamentar é suspeito de receber R$ 5,35 milhões de propina de empreiteiros; em troca de dinheiro ilícito, ele teria poupado empresários de depor na CPI da Petrobras
O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) decidiu tentar um acordo de delação premiada com o Ministério Púbico Federal para tentar reduzir ou até se livrar de uma punição em eventual condenação pelos crimes dos quais é acusado pela força-tarefa da Lava Jato; o ex-parlamentar é suspeito de receber R$ 5,35 milhões de propina de empreiteiros; em troca de dinheiro ilícito, ele teria poupado empresários de depor na CPI da Petrobras (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) decidiu tentar um acordo de delação premiada com o Ministério Púbico Federal para tentar reduzir ou até se livrar de uma punição em eventual condenação pelos crimes dos quais é acusado pela força-tarefa da Lava Jato, da Polícia Federal. O ex-parlamentar é suspeito de receber R$ 5,35 milhões de propina de empreiteiros. Em troca de dinheiro ilícito, ele teria poupado empresários de depor na CPI da Petrobras.

Nesta segunda-feira (25) Argello se calou diante da Polícia Federal. De acordo com as investigações, ele teria tomado dinheiro de Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e de Léo Pinheiro, da OAS. Da UTC teria recebido R$ 5 milhões - valor destinado a quatro partidos nas eleições de 2014. Da OAS, outros R$ 350 mil, destinados à Paróquia São Pedro, em Taguatinga, cidade satélite de Brasília.

 

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