“Tempos difíceis”, diz Alvaro Dias, sobre salvação de Aécio

"O corporativismo instalado estabelece como regra a defesa dos integrantes da instituição. O Senado decidiu na contramão do que deseja a sociedade brasileira. O povo do país quer a eliminação dos privilégios e a votação do Senado alimentou os privilégios", disse Alvaro Dias, do Podemos; o partido fechou questão contra Aécio Neves

"O corporativismo instalado estabelece como regra a defesa dos integrantes da instituição. O Senado decidiu na contramão do que deseja a sociedade brasileira. O povo do país quer a eliminação dos privilégios e a votação do Senado alimentou os privilégios", disse Alvaro Dias, do Podemos; o partido fechou questão contra Aécio Neves
"O corporativismo instalado estabelece como regra a defesa dos integrantes da instituição. O Senado decidiu na contramão do que deseja a sociedade brasileira. O povo do país quer a eliminação dos privilégios e a votação do Senado alimentou os privilégios", disse Alvaro Dias, do Podemos; o partido fechou questão contra Aécio Neves (Foto: Gisele Federicce)

Paraná 247 - O senador Alvaro Dias, do Podemos do Paraná, lamentou a salvação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na noite desta terça-feira 17, quando foi derrubada a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal de afastamento do tucano do mandato e recolhimento noturno.

A bancada do Podemos votou contra a permanência de Aécio no Senado, depois de o partido fechar questão. Os senadores Alvaro Dias (Podemos PR), Romário (Podemos RJ) e José Medeiros (Podemos MT) votaram a favor de manter a decisão do STF. A Procuradoria Geral da República (PGR) aponta que o senador teria pedido R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS.

"Tempos difíceis", declarou o senador Alvaro Dias. "O Senado revogar uma decisão do STF rompe com uma tradição da Justiça brasileira. É uma demonstração de que o Poder Judiciário não é independente; abdicou da sua independência e repassou ao Senado Federal, neste caso, aquela que é a sua prerrogativa intransferível: julgar, interpretar e aplicar a Constituição. Passou ao Senado a responsabilidade de dar a última palavra", afirmou.

"O corporativismo instalado estabelece como regra a defesa dos integrantes da instituição. O Senado decidiu na contramão do que deseja a sociedade brasileira. O povo do país quer a eliminação dos privilégios e a votação do Senado alimentou os privilégios", completou Alvaro Dias.

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