América latina

Três semanas antes do plebiscito, oito pontos separam a rejeição e a aprovação da nova Constituição chilena

Na última pesquisa do Cadem, a reprovação prevalece com 46% enquanto a aprovação chega a 38%

(Foto: Reprodução/Twitter Gabriel Boric)


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ARN - A distância entre a intenção de votar pela Aprovação e a Rejeição do plebiscito da nova Constituição no Chile continua diminuindo três semanas antes das eleições. Na última pesquisa do Cadem, a rejeição prevalece com 46%, enquanto a aprovação chegou a 38%.

Na semana passada, 47% dos entrevistados estavam inclinados a votar contra a adoção do novo projeto de Constituição e 36% disseram que eram a favor. Com o novo levantamento, a distância passou de 10 pontos percentuais para 8. O plebiscito será em 4 de setembro.

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Considerando a margem de erro e os indecisos, a pesquisa projetou que a margem mais estreita para 4 de setembro seria um cenário equilibrado: 52% rejeitariam o texto e 48% o aprovariam.

Enquanto isso, o percentual de indecisos não apresentou variação em relação à semana anterior e permaneceu em 16%. Apesar de a eleição ser obrigatória, 64% dos indecisos disseram que provavelmente não votarão.

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Por fim, a aprovação do presidente Gabriel Boric teve uma pequena melhora na última semana e passou de 35% para 38%. Na mesma linha, a reprovação diminuiu um ponto percentual e chegou a 55%.

A pesquisa contou com a participação de 1.015 entrevistados entre os dias 10 e 12 de agosto e tem margem de erro de ±3,1 pontos percentuais a 95% de confiança.

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