A pobreza é a mãe de muitos brasileiros

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(Foto: Oswaldo Forte/Agência Belém)


Precarizações, eis o termo da moda. Viver ou sobreviver? Eis a questão. E as bolhas políticas neoliberais já estão em campanha para que seus candidatos sejam felizes em ocupar o cargo maior do executivo: a presidência. A tal sonhada presidência, que é uma forma aparentemente democrática de governo. Que não deixa muito a desejar em relação a monarquia absolutista, e Império, que após a “Independência”, criou uma Constituição em 1824 no formato quadripartite, já que incluía um poder moderador que poderia fazer o que bem quisesse em relação aos outros.

E falando na fase imperial do Brasil, onde havia 10 milhões de brasileiros, uma escravidão malfadada e 90 % de analfabetos, nos reportamos a um momento que dista apenas dois séculos de nossos dias atuais...

Dias de opressão e desgoverno. E o Legislativo continua com sua atividade legiferante. Educativa, de controle e legitimação. Os poderes estão em harmonia. Mas o povo ainda é só o detalhe; tanto que ministros de Estado conseguem dizer que há uma mãe que acalenta seus filhos. Será? 

As rachadinhas ou os cheques de valores inalcançáveis para professores, com pós-doutorado - que o digam. O ritual de beija-mão fora substituído pelo ritual das lives de idólatras ludibriados. Lives que vendem subprodutos, infelizmente até mesmo da fé, onde qualquer homem ou mulher endinheirado que oralize as ditas línguas estranhas possa ser considerado um “anjo de candura”.

Leia abaixo o artigo postado no Recanto das Letras, e irá entender.

A língua como violência simbólica e estratégia de poder

Valéria Guerra Reiter

O STF já pode contar com um ministro terrivelmente evangélico.

E Invencibilidade é um dos significados do termo terrível. 

 E falando nisso, vamos utilizar o argumento da reflexão?

Será que o dirigente federal do país pode ser “a dirigente”?

As mídias sociais usam e abusam de vídeos e imagens; isso é pós-moderno e notório. A notícia se faz presente e passado em um intervalo rotineiro de minutos.

E existem pessoas que não perdem tempo, quando o assunto é fama e sucesso. Claro que a linguagem e a retórica são peças elementares neste tabuleiro de xadrez político, onde rainhas por vezes superam o rei; se aliando ao "bispo" e dando um xeque pastor ao rei oposto...

Os golpistas querem liquidar o “rei" antes de sua necessária coroação; e a língua poderá funcionar como um artifício poderoso; principalmente se tiver um viés dito divino. “Alavachurias”? O que significa?

Na linguagem dos evangélicos a prosperidade pode significar aquilo que você (eleitor) deseja para ser ludibriado.

Tive a oportunidade de frequentar cultos onde até mesmo ex-assassinos possuíam atributos especiais do que eles chamam de “dom de falar em línguas"; e vi muitas pessoas fazendo o que os tradutores “exigiam" ao decifrar as supostas mensagens de Deus: ceder imóveis, móveis e outros bens para a obra prosseguir. Assim como, anúncios do próprio CRIADOR sobre bodas de “quem casa com quem" e de eleições de "quem deve ser eleito para cargo eletivo".

Há incautos, sem dúvida, nesta imensa Colônia; outrora um fetiche europeu católico e hoje um troféu da aristocracia teológica e teleológica evangélica

O que sei, extraído de dados oficiais é que o Brasil/2022 possui 27 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza (isso representa 12,8 % da população), nenhum deles recebeu cheques de 89 mil reais de nenhuma fonte maternal, que não fosse da senhora pobreza. 

#LEIABRAZILELVIREBRASIL

#VALREITERJORNALISMOHISTÓRICO

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