É golpe, que chama

"A Venezuela tem resistido, até agora, a todos os movimentos golpistas impostos pelos EUA, com a ajuda de hienas domésticas recrutadas junto à classe dominante local, os traidores de sempre", diz Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia; "Não é fácil resistir ao império, ainda mais com vizinho lacaios por todos lados. Mas a Venezuela ainda está de pé"  

É golpe, que chama
É golpe, que chama (Foto: Esq.: REUTERS-Carlos Garcia Rawlins / Dir.: Palácio Miraflores)

Por Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia

A mesma mídia que chama a Venezuela de ditadura naturalizou, como um bem imaterial, o poder de intervenção dos Estados Unidos em uma nação soberana por meio de uma ação chamada, previsivelmente, de Operação Liberdade.

Os americanos têm levado essa liberdade para muitos países, nas últimas seis décadas, deixando para trás um rastro de sangue, tortura e miséria.

O petróleo tornou-se uma maldição, para a Venezuela, no momento em que Hugo Chávez decidiu usá-lo para levar desenvolvimento social e político para os mais pobres de lá. Por sorte, ao contrário do Brasil, população e Forças Armadas venezuelanas criaram uma consciência nacional poderosa.

A Venezuela tem resistido, até agora, a todos os movimentos golpistas impostos pelos EUA, com a ajuda de hienas domésticas recrutadas junto à classe dominante local, os traidores de sempre.

Não é fácil resistir ao império, ainda mais com vizinho lacaios por todos lados. Mas a Venezuela ainda está de pé.

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