Eles querem fazer com Cristina o mesmo que fizeram com Lula

A direita chega sempre ao poder acrescentando os preconceitos sociais, e quando os preconceitos já não surtem efeito, começam as perseguições judiciais e o circo da mídia para colocar na cadeia os líderes da oposição. Essas perseguições são sempre funcionais aos interesses geopolíticos dos EUA

A direita é como um time de futebol que não faz gols, mas toda vez que o treinador é perguntado por que ele perde todos os jogos, o treinador culpa o treinador anterior.

Mas quando fazemos uma pequena pesquisa, percebemos que ele ganhou tempo para vender os ativos do clube a um preço de banana e pegar uma porcentagem do dinheiro para sua sacola.

A direita chega sempre ao poder acrescentando os preconceitos sociais, e quando os preconceitos já não surtem efeito, começam as perseguições judiciais e o circo da mídia para colocar na cadeia os líderes da oposição. Essas perseguições são sempre funcionais aos interesses geopolíticos dos EUA.

O Tribunal Federal Oral número 2 definiu, para 26 de fevereiro de 2019, o início do julgamento por uma das causas consideradas absurda contra Cristina Kirchner.

A causa das obras públicas de Santa Cruz já foi revisada e nenhuma irregularidade foi encontrada.

O juiz Bonadío com o sistema do "arrependido" pode encontrar acusadores que com medo de ir para cadeia, podem mentir para agradar os interesses persecutórios e políticos do juiz Bonadío.

Boandío já matou uma pessoa com um tiro nas costas em uma briga de rua, e agora ele tentou envenenar a Cristina ao colocar toxinas em suas roupas no apartamento na última incursão do poder judiciário.

O que interessa agora ao poder de Bonadío são os tempos políticos: com um julgamento iniciado em fevereiro, eles supõem que chegarão a uma condenação e buscarão o impeachment no Senado, para remover o ex-presidente da corrida eleitoral.

O modelo de persecução que vem dos EUA é igual ao aprisionamento de Lula no Brasil, sem crime e sem provas, mas com denúncias de mentirosos arrependidos.

Mas, na Argentina, a manobra dos serviços de inteligência dos EUA não será tão fácil: marchas gigantescas já estão sendo preparadas para confrontar o poder judicial funcional para a entrega do patrimônio nacional ao capital estrangeiro.

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