Muitas das teorias sobre a idiotice são baseadas na observação de características visíveis no mundo em que vivemos.
No entanto, alguns cientistas já defendem: há poucas evidências de que, por exemplo, a máscara de queixo esteja presente em outros planetas. A rudeza dos alienígenas seria ainda bem pior e de um ignorantismo assustador.
“Não podemos imaginar outras formas de vida, fora da Terra, simplesmente olhando para as asnidades que as pessoas daqui cometem”, defende Mike O. B. Tuso. Ele é o atual presidente dos Extraterrestres Anônimos (ETA) uma organização científica que tenta descobrir sinais de cretinismo fora do nosso planeta. “É preciso que a busca pela origem da estupidez universal seja centrada em novos pilares. As possibilidades são infinitas e nossa imaginação é insuficiente”. Como exemplo, o professor Mike menciona que talvez um dia encontremos seres tapados o suficiente para não usar máscaras em suas guelras durante uma pandemia. Mas no dorso, saboneteiras e até nas nádegas. “Se é que E.T. tem bunda”, lembra O.B.Tuso.
Segundo as mais recentes pesquisas do ETA, a vida extraterrestre pode ter estupidezes que vão muito além de nossos sonhos mais febris. Tudo o que já se pensou sobre entes galáticos, até mesmo a inépcia de um Alf, o E.Teimoso ou a excrescência intelectual de um Chewbacca, não chegam nem perto do grau de jumentice presente em outros sistemas solares.
“Primeiro pensamos que éramos o centro da tontice universal. Depois dissemos: tudo bem, podemos não ser o centro, mas somos a espécie mais atoleimada do Sistema inteiro — e devemos ser o modelo para os outros lugares.” – sustenta o professor O.B.Tuso. Entretanto, o novo conceito que se impõe agora rebaixa essas pretensões humanas e defende que talvez nossa burrice seja apenas uma no meio de um gigantesco grupo de formas de estultice.
“Vemos a mídia criticando aqueles que agora colocam suas máscaras no queixo, mas há relatos, ainda sendo estudados por nossa equipe de estudiosos, que vão contrariar muita gente”. Quem garante é o diretor-geral da Stupid Space Studies (SSS), professor-doutor Will Fool.
Fool lança mão de uma imagem para ilustrar sua incrível afirmação: “pensem numa ameba usando durante uma epidemia, não uma máscara no queixo, mas um sugador daquele ar infectado na boca. Mais: pregando negacionismo e racismo contra todos os seres unicelulares de seu ecossistema.
Essa micro forma de vida é considerada a mais genial de um dos universos que estamos analisando”.
Mais limitado que ela, segundo o diretor da SSS, só mesmo um tipo de jacaré, de Alpha Centauri, que se alimenta de vacinas.
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