Parem de nos matar II

A experiência ensina pela dor, e a elite jornalística de cativeiro quer ensinar a experiência da fake news ao povo que geme e chora pelo pão nutricional e pelo pão educativo

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A título de referendar e justificar o título do artigo, aqu tecido, deixarei ao final da página, seu predecessor “Parem de nos matar" já publicado: nesta Casa progressista.

É premente que o povo da "nação" Brasil possa enxergar através da boa sociologia, da boa filosofia,  da boa biologia, assim como também da boa ética: o tamanho da ferida que se abriu no tecido superestrutural nacional…

Fica muito fácil dizer frases do tipo: “Declaramos que o esplendor do mundo foi enriquecido por uma nova beleza: a beleza da velocidade" Marinetti. E quem foi este cidadão? Foi um escritor, poeta e jornalista que criou um movimento denominado: movimento futurista; que exaltava o futuro em detrimento do histórico pretérito, inclusive abominando tudo que não fosse tecnologicamente moderno, novo.

O Breve século XX, como alcunhou o historiador Eric Hobsbawm, abrigou a tecnologia, como sua filha dileta. Aquela que transformaria a massa popular de Homens em meros enfeites das “coisas”, e a elite em "usufruidores" dos artefatos velozes e libertadores…e obviamente os mantenedores de este status quo.

Cabe a renascida EDUCAÇÃO, aquela que se iniciou difusa, e hoje é gerada "do mercado para o mercado" e que sempre foi para às elites vir a elucidar de forma reflexiva:  classes, sociedades, castas, enfim, a todxs, a respeito do que disse Confúcio, lá na antiguidade do processo ensino-aprendizagem: aprender através da experiência é sofrimento, porém, aprender por reflexão é nobreza.

Imitar, também é uma forma metodológica de aprendizado que reflete facilidade, mas será que você gostaria de imitar aqueles que te querem designar  para ir para o front das salas de aula em meio a pandemia mortal do coronavírus?

Pasmem! professores, alunos, leitores, existe um plano formal para isso; mesmo em face às quase 400 mil mortes de brasileiros pela sórdida ação do vírus biopsicossocial que habita os ares: um plano advindo da esfera mais importante "a  educacional" , e ele inclui a logística de visitas às Escolas Estaduais e Municipais, em Petrópolis para decidir mediante análises por parte de pessoas intituladas de "vistoriantes sanitários" avaliar se o professor poderá retornar presencialmente, inclusive com os auspícios de expedição/confecção de um futuro selo. Consulte no link e leia a ìntegra em fonte primária de informações: www.prefeituradeoetropolis.rj.gov.br

O destino de "vidas" será selado, (talvez) através das mãos da secular arbitrariedade (que por vezes , quero mais uma vez, aqui salientar) mãos que podem cometer erros elementares, como por exemplo, escrever "exsessão" em lugar de exceção. Ah, se esta fosse sua única incipiência...seria muito menos dolorido.

"A crise da Escola é a crise da democracia": reflete Henry Giroux representante da corrente crítica da Educação contemporânea, professor de História escritor norte-americano.

A experiência ensina pela dor, e a elite jornalística de cativeiro quer ensinar a experiência da fake news ao povo que geme e chora pelo pão nutricional e pelo pão educativo, quando escuta notícias como: "Acreditem ou não, mas o STF quer acabar com o presidente, porém eles não irão conseguir por um motivo bem forte, mais da metade das cadeiras dos urubus de capa preta receberam propina. E antes que caia meu perfil novamente, vou dizer para vocês, a ideia é a de matar Bolsonaro". Fragmento redigido por uma jornalista atuante na chamada "grande mídia".

 https://www.brasil247.com/blog/parem-de-nos-matar-apyxalim

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