Psol é a esquerda que não aprende e favorece a direita com seu antipetismo anacrônico e esquizofrênico

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Bandeira do PSOL (Foto: Divulgação)


Davis Sena Filho 

A verdade é que o Psol mais uma vez faz o jogo da direita e reverbera mesquinhez, rancor, sectarismo e falta de juízo, quando seu presidente Juliano Medeiros usa a frase da campanha do PSDB, em 2018, para atacar uma possível aliança entre Lula e Geraldo Alckmin. Trata-se, preponderantemente, do autêntico e genuíno infantilismo esquerdista, quando não se cabe divisões, em um momento de imensa gravidade na história do Brasil.

Sempre considerei o Psol, hoje presidido por Juliano Medeiros, um partido que não apenas deseja vender a imagem de radical para seu público e eleitores, mas que, sobretudo, combate os partidos "infiéis" do campo da esquerda considerados pelas lideranças do Psol, equivocadamente, como adversários a serem combatidos politicamente e ideologicamente, quando a verdade e a realidade é que os verdadeiros inimigos são os partidos de direita e de extrema direita, que tomaram o poder central de assalto e que deveriam ser os adversários ideológicos e partidários do Psol.

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O partido que se considera "puro sangue"; porém, um "puro sangue" de atos políticos delirantes, conforme se viu e se verificou em suas ações e discursos deletérios no período pré-golpe, entre os anos 2013 e 2016, quando enfim Dilma Rousseff foi deposta e o Psol se comportou praticamente como um grupo político que se juntou aos protestos e participou, às vezes diretamente e também indiretamente, como base de sustentação dos movimentos de direita que tomaram as ruas do País por exatos três anos, sendo que o Psol, e este dado histórico é relevante, tornou-se um dos queridinhos da imprensa corporativa e de negócios privados, que estava envolvida na lama fétida e putrefata do golpismo até o pescoço.

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E por quê? Porque juntou a fome com a vontade de comer, a ter o Psol o papel importante ao tempo que nefasto de ser o contraponto no front golpista, onde as mídias hegemônicas dos magnatas bilionários de imprensa organizavam e evidenciavam campanhas de carácteres udenistas/lacerdistas para efetivar o golpe de estado contra o PT e o PCdoB, além de outros aliados, pois o PSB, que em 2021 trata de se reaproximar do PT e de Lula, abandonou o governo trabalhista e democrático de Dilma em setembro de 2013, sendo que o governo da primeira mulher presidente do Brasil e de esquerda teve, em 2014, apenas 4,3% de desemprego, o índice mais baixo da história do Brasil.

Porém, o PSB, como o fez o Psol em todo o processo político para se concretizar um golpe de estado vergonhosamente bananeiro e de terceiro mundo, bandeou-se para o campo da direita, não porque são partidos de direita, mas porque disputam hegemonias pelo poder estatal, sendo que o PSB praticamente hoje é um partido de centro e o Psol continua com seu antipetismo anacrônico e esquizofrênico, a dar a impressão que jamais aprenderá que o Brasil é um País continental, com diferentes interesses regionais e políticos.

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Mesmo com tal realidade política perigosa para a democracia brasileira e o estado de direito estabelecido pela Constituição de 1988, o Psol continua com seu esquerdismo irresponsável e radicalismo político que beira o falso puritanismo, porque suas lideranças, a exemplo de Juliano Medeiros, dão a impressão que são desprovidas de noção sobre a realidade dos fatos e de conscientização sobre o momento grave pelo qual passa o País em todos seus setores e segmentos, a ser a população a maior vítima desse processo perverso, pois draconiano, que poderia ser resumida em violência, pobreza, fome e desemprego.

Por sua vez, o povo brasileiro que está inclinado em sua maioria a votar em Lula, de acordo com todas as pesquisas de inúmeros institutos divulgadas no decorrer do ano 2021, continua ainda a vivenciar um processo golpista de tempo longo, porque o grupo fracassado de extrema direita que está no poder e que governa o Brasil há três anos pensa em golpe de estado todo o dia, diuturnamente, e não sabe mais como proceder para sabotar as eleições de 2022.

Contudo, e certamente, ter o Psol novamente como protagonista de um movimento golpista como ocorreu, principalmente, nos anos de 2014/2015, ou simplesmente como um "inocente útil", que só falta ir às ruas para pedir a prisão de Lula ou impugnar as urnas no ano que vem e com isso ajudar o fascista e oligofrênico Jair Bolsonaro, que daria tudo para impugnar as urnas, ou cooperar com o juiz "ladrão", Sérgio Moro, um sujeito ambicioso que corrompeu a Justiça e se tornou suspeito, que faria tudo para chegar ao poder, a ter apenas como proposta o já surrado "combate à corrupção", em modo udenista para administrar o País, pois é só que esse indivíduo, autor de inúmeros crimes ainda não punidos, tem a oferecer ao País. Chega a ser ridículo.

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Para o bem da verdade, trata-se de dois políticos de extrema-direita, que fortemente possuem eleitores, apesar de estarem em baixa no momento atual, sendo que o Psol continua a fazer oposição contra partidos e pessoas do campo da esquerda que estão tentando fazer acordos e alianças, de forma a combater a extrema direita, que se viu livre para chegar ao poder após a deposição de Dilma e a prisão de Lula, realidades terríveis que ocasionaram a destruição proposital da economia e o desmonte criminoso do estado brasileiro.

Acredito que se o Psol continuar com sua cantilena histriônica e insensata em um momento grave pelo qual passa o Brasil e seu povo, lá na frente tal partido pagará com juros e dividendos por ter sido irresponsável e não perceber o momento histórico que a nação brasileira terá de enfrentar nas urnas soberanas em outubro de 2002.

Não é possível que esse pessoal do Psol, que cooperou de livre arbítrio com a queda de Dilma e se calou perante a prisão covarde e injusta de Lula, não tenha o mínimo de discernimento para entender que no momento a esquerda tem de se unir e apoiar o candidato mais forte e com maiores chances de vencer as eleições, que é o pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva, que no momento lidera todas as pesquisas, além de ser tratado como estadista no exterior por autoridades que estão no poder. E tem mais: independente se o ex-governador Geraldo Alckmin aceitará ou não ser vice na chapa de Lula. Ponto.

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Agora, realmente seria o fim da picada e uma tragédia política e histórica sem precedentes para o Psol, que sempre foi muito questionado por seu envolvimento com grupos que saíram às ruas para promover quebra-quebras e que, de uma forma ou outra, cooperaram, em suas diferentes razões, com a direita golpista que se movimentou por três anos a realizar protestos, que mais pareciam com micaretas carnavalescas de classe média em prol de derrubar do poder a presidente legalmente reeleita e trabalhista Dilma Rousseff, cujo golpe de estado contra a mandatária se consolidou em 31 agosto de 2016.

E deu no que deu: o Brasil na bancarrota, totalmente dividido, moralmente desmoralizado, e tratado como pária pela comunidade internacional, porque inacreditavelmente o País está sob o jugo de um desgoverno militarista e fascista, violento e negacionista, entreguista e colonizado, que diabolicamente tem como base parlamentar o corrupto, fisiológico e patrimonialista Centrão no Congresso, os evangélicos fundamentalistas de direita, os generais ambiciosos e entreguistas, além dos policiais, que se sentem à vontade para cometer covardias contra a população brasileira, como mostram sem deixar dúvidas as redes sociais e a imprensa corporativa e familiar, pois se consideram empoderados com a ascensão dos fascistas, que passaram a controlar a Presidência da República.

Esta é a tenebrosa realidade brasileira o que, definitivamente, coloca o Brasil em um buraco profundo muito difícil de sair, a não ser com a união, volto a ressaltar, das esquerdas, independente das alianças ao centro e centro-direita, principalmente com os setores que nunca ficaram satisfeitos com os rumos da economia e com a postura e conduta política do fascista Jair Bolsonaro e seu bando de delinquentes.

Isso mesmo. O Psol se considera um partido de esquerda, só que ao que parece se comporta como uma sigla imiscível e de "massa cheirosa", conforme as palavras da jornalista tucana Eliane Cantanhêde durante uma convenção do PSDB em Brasília ao definir o partido emplumado, cujo governo neoliberal entregou à gringada malandra e esperta o patrimônio público brasileiro, além de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ir ao FMI três vezes, de joelhos, humilhado, e com o pires nas mãos, porque quebrou o Brasil três vezes.

O verdadeiro e genuíno fracasso retumbante! Tanto o foi, que depois os tucanos vendilhões da Pátria perderam quatro eleições presidenciais consecutivas para o Partido dos Trabalhadores, o que levou o golpista de primeira hora e playboy totalmente irresponsável e inconsequente, Aécio Neves, a dar o pontapé inicial do golpe, porque tal qual aos filhinhos de papai mimados e prepotentes, Aécio não aceitou a derrota eleitoral para Dilma Rousseff e questionou malandramente os resultados divulgados pelo TSE.

E, sendo assim, até hoje, creio eu, seu avô, o legalista Tancredo Neves, que historicamente sempre combateu golpes de estado, ao apoiar Getúlio Vargas e João Goulart contra seus detratores que os golpearam, revira-se no túmulo com tanta decepção no que é relativo ao golpismo barato e bananeiro de seu neto, que também cooperou, e muito, para desmoralizar e desacreditar o PSDB, que foi engolido como peixe pequeno pelo bolsonarismo e hoje se percebe que tão cedo os tucanos não conseguirão arrumar suas penas e plumas ora desgrenhadas, pois o partido se apequenou e, com efeito, deixou de ser um dos principais protagonistas da política nacional.

O Psol é o PSDB em compotas, no que é relativo ao seu papel perante as graves questões brasileiras, que recrudesceram com o golpe perpetrado pelo usurpador, traidor e golpista Michel Temer, em uma tragédia radicalizada com a ascensão do inominável, inenarrável e indescritível Jair Bolsonaro, realmente um ser vivente que se contrapõe e agride a humanidade, a civilização, a inteligência, a sensatez e qualquer coisa que requer um mínimo de consciência no que é referente à compaixão, à solidariedade e ao amor.

E o que acontece, cara pálida? O Psol, por intermédio do presidente Juliano Medeiros, começa a, propositalmente, sabotar a luta política por parte do PT e seus aliados ou futuros aliados por causa de razões como considerar o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como um político não confiável, bem como seria um inimigo prestes a dar um golpe de estado como o fez o sacripanta e covarde Michel Temer, a esquecer que as esquerdas brasileiras quando conquistaram o poder central se aliaram a políticos do campo da direita, de forma a poder ter maioria no Congresso, em um presidencialismo de coalizão, que monte uma frente parlamentar e partidária, cujos braços e mãos cheguem no Brasil profundo e em todas as capitais dos estados da Federação.

É o ideal, pergunto eu, sobre as alianças do PT com grupos conservadores ou políticos de direita, a exemplo de Alckmin? Não, não é, mas é o que se tem para que o PT e as esquerdas retomem o poder central, que lhes foi arrancado por um golpe. É o ideal? — volto a perguntar. Não, claro que não, mas não tem como em um País populoso e com profundas diferenças e interesses regionais enfrentar os golpistas e seus apoiadores que estão no poder e aprofundam a violência, a pobreza e a miséria neste País arrebatado pela tristeza e desilusão, porque um povo sem perspectiva de ter dias melhores. 

É ideal uma coalizão com setores da direita? — insisto. Não! Ainda mais que eu sou um articulista, cidadão, militante de esquerda e comprometido com as lutas democráticas, de emancipação popular e pela soberania do País desde que eu me entendo por gente, e isso faz tempo, assim como sentido de vida para mim. Porém, é o que a esquerda tem, na realidade, para enfrentar os grupos de direita que estão entre os mais fortes, ricos e poderosos do mundo ocidental, porque riquíssimos, patrimonialistas e violentos.

São grupos e partidos, muitos deles de aluguel, que não medem consequências para enriquecer ainda mais os setores empresariais estrangeiros e nacionais, que financiaram o golpe de 2016 e se regozijaram com a prisão injusta de Lula. A direita que representa a alta burguesia que controla os meios de produção e de comunicação, em comum acordo com as elites do serviço público, do Estado, onde transitam os generais das três forças, os juízes, os procuradores, os delegados e os políticos de direita, que usam o Congresso como instrumento de dominação e controle dos interesses do povo brasileiro, a subjugá-lo e a condená-lo à ignorância e à pobreza. Por isso, tornar-se-á inaceitável

A resumir: o Psol, sem sombra de dúvida, tem seu quinhão de culpa quanto à desgraça e à tragédia que afligiu e ainda aflige o Brasil, com resultados econômicos e sociais deploráveis quanto ao desenvolvimento do Brasil e à emancipação definitiva do povo brasileiro, como dono de sua cidadania. A verdade é que o Psol mais uma vez faz o jogo da direita e reverbera mesquinhez, sectarismo e falta de juízo, quando seu presidente Juliano Medeiros usa a frase da campanha do PSDB, em 2018, para atacar uma possível aliança entre Lula e Geraldo Alckmin, abaixo a seguir:

"O PT gastou R$ 1,4 bilhão para eleger Dilma. A maior parte era dinheiro da corrupção. A propina para a campanha de Dilma foi acertada por Lula em reunião. Um país feliz de novo, só se for para os corruptos. Se o PT voltar, a corrupção vai continuar" — campanha de Alckmin, em 2018, tão violenta quanto à de Aécio Neves em 2014, porque ambos tucanos e adversários ferrenhos do PT como membros do PSDB. O mundo gira e as condições políticas se apresentam.

Só que a realidade inquestionável, porque fatos consumados, é que Lula derrotou a Lava Jato e congêneres em 22 processos, e, consequentemente, não deve nada à Justiça, sendo que no fim das contas, o "ladrão" era e continua a ser o juiz, que ora está a se divertir e a tirar onda da cara dos brasileiros como candidato a presidente, sendo que para se dar bem na vida prendeu o Lula e se tornou o ministro do Ministério da Justiça à espera de vaga vitalícia no STF, o que não ocorreu, pois logo se tornou inimigo de Bolsonaro e vice-versa.

Que atitude mais sem sentido do presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, porque tal frase de Alckmin refletia o combate político sem trégua e totalmente radicalizado em um País recentemente vítima de um golpe de estado, porque pós-golpe e com direito à prisão covarde e injusta de Lula, que foi efetivada por verdadeiros bandoleiros e canalhas que viviam a respirar o ar tóxico e putrefato dos porões da Lava Jato, um submundo a ter como combustível os crimes e ilegalidades de autoria de autoridades de MPF, PF e Justiça, que deveriam combatê-los. Surreal!

É evidente que o PT, a despeito dos ataques do PSDB de 2018 e publicizados agora por Juliano Medeiros, tomará os devidos cuidados com traições e tentativas de golpes, mas com o Lula à frente da Presidência, se ele vencer as eleições, que fique bem claro para não haver distorções sobre o que eu assevero. Todavia, uma vitória eleitoral de Lula, suas relações com a sociedade civil organizada e farta de sofrer desde o golpe de 2016 nas mãos de um direita que veio para desmontar o País, certamente que as condições para um novo golpe se tornarão difíceis, até porque a direita sabe que Lula enfrentaria um real golpe nas ruas, assim como sabe também de seu comportamento de enfrentamento sistemático aos membros da Lava Jato e da Justiça em geral durante os 580 dias quando esteve preso na PF de Curitiba.

Lula é da estirpe dos brasileiros que enfrentam o establishment se necessário for, como ocorreu com inúmeros personagens da história do Brasil, a exemplo de Getúlio e Brizola, Jango e Arraes, além dos brasileiros que pegaram em armas, a exemplo de Apolônio de Carvalho, Carlos Marighela, Carlos Lamarca e tantos outros, mulheres e homens, que deram suas vidas em nome de uma causa e do que acreditavam ser o melhor para o Brasil.

Não tenho qualquer dúvida se Lula vencer as eleições e começar a tirar o Brasil desse inferno, que atormenta o povo brasileiro, que está à míngua e humilhado, a ter como símbolo desse vergonha e humilhação a fila do osso e a fome que visita a casa de milhões de brasileiros desempregados, que enfrentam todo tipo de obstáculos para que possam sustentar suas famílias sem perder a dignidade.

A esquerda tem de se unir e, no poder, se quiser, poderá brigar até por causa do tom do vermelho que colorem suas bandeiras, até porque a bandeira do Brasil não pertence à direita, que na verdade é antipovo, antidemocrática, antipatriota e totalmente colonizada e submissa aos interesses estrangeiros. A bandeira nacional é do povo brasileiro. Basta-nos lembrar do fascista e ultraliberal Bolsonaro a bater continência à bandeira norte-americana, como ocorre também a subserviência ao direitista Sérgio Moro, o juiz "ladrão".

Além disso, é bom ressaltar que o Psol é o partido midiático de esquerda que tem, RELATIVAMENTE, acesso ao sistema corporativo de imprensa familiar sustentada por monopólios, cujos donos são bilionários e responsáveis direto por todos os golpes que aconteceram no Brasil, sendo que a atuação do Psol desde 2013 até os dias de hoje é dúbia, matreira, dissimulada e completamente descolada da realidade grave em que se encontra o Brasil sob o controle da extrema direita.

Este País, antes de lutar por melhorias na economia e conquistar paz e justiça social, necessita antes consolidar, por incrível que pareça, a democracia, o estado de direito e colar muitas páginas da Constituição que foram arrancadas pelo status quo, inclusive pelo Poder Judiciário e a PGR (MPF).

Parece um filme de terror, mas não o é, porque está aí para provar a tragédia que aconteceu no Brasil, a começar pela perda dos direitos trabalhistas e previdenciários que prejudica de morte a vida dos trabalhadores e aposentados brasileiros, dentre muitas outras conquistas e direitos que foram brutalmente retirados pelas "elites" do atraso e do retrocesso de índoles e carácteres escravocratas.

O Psol deveria, na minha opinião, rever seus conceitos e preservar seu lado bom, que é a luta ao lado dos oprimidos e explorados, porque o Lula não está realmente de brincadeira, sendo que na cadeira da Presidência ele significa a retomada da economia, da garantia dos direitos, da inclusão social, do combate à violência e da soberania do Brasil perante o mundo. E como eu e muitos sabem disso? Ora, o Lula foi presidente por oito anos, e eu lembro muito bem de seus governos democráticos e progressistas. A esquerda tem de se unir, porque o mar não está para peixe. É isso aí.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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