"Bolsonaro deve ser preso em nome da segurança nacional e da democracia", diz Leonardo Boff

Teólogo afirma que STF deve reagir à provocação do ex-presidente

Leonardo Boff e Jair Bolsonaro
Leonardo Boff e Jair Bolsonaro (Foto: Guilherme Santos/Sul21 | Carolina Antunes/PR)


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247 – O teólogo Leonardo Boff lançou uma declaração contundente em relação às recentes ações do ex-presidente Jair Bolsonaro. "Se o Inelegível quer 'trucar' o ministro Moraes e indiretamente o presidente Lula deveria receber, no ato, o juridicamente merecido troco: ser aí mesmo preso e junto deles outros indiciados, ao menos como prisão preventiva em nome da SEGURANÇA NACIONAL e da Democracia", expressou Boff.

Nesse contexto, o empresário Tony Garcia, conhecido por suas denúncias relacionadas aos crimes do ex-juiz suspeito Sergio Moro na Lava Jato, analisou a estratégia de Jair Bolsonaro ao convocar um ato na Avenida Paulista, programado para o próximo dia 25. "Parece que Bolsonaro decidiu partir para o tudo ou nada. Pessoas próximas a ele afirmam que o palanque que ele pretende montar será de grande proporção. Estarão presentes pelo menos 20 senadores, 100 deputados e alguns convidados especiais, como a ex-deputada Janaína Paschoal, Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros menos votados. Sua esposa, Michelle Bolsonaro, terá um papel de destaque nesse palanque, retratada como a esposa que abdicou de suas atividades para apoiar o marido 'perseguido'", explicou Garcia.

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"Este é o esboço do plano até agora, mas é tudo muito incipiente. No entanto, os organizadores afirmam que, se a manifestação na Avenida Paulista for bem-sucedida, o tom será fortemente crítico em relação ao ministro Alexandre de Moraes, mas sem perder a compostura. Essa manifestação foi convocada após Jair Bolsonaro receber pesquisas que indicam uma percepção de perseguição por parte da população contra ele", acrescentou.

"Ele irá se apresentar na Avenida Paulista como vítima dessa 'perseguição implacável' por parte do governo de Lula e do ministro Alexandre. Seguindo essa linha, o país continuará em conflito e o ódio continuará a dividir a sociedade, prejudicando irreversivelmente as futuras gerações", concluiu Garcia.

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