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Brasil

Bolsonaro quer manter membro do gabinete do ódio como assessor

O ex-ocupante do Palácio do Planalto quer que PL contrate 8 assessores, entre eles Tercio Arnaud, que cuidava de redes sociais

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Tercio Arnaud e Jair Bolsonaro (Foto: reprodução-redes sociais)
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247 - Além dos oito funcionários pagos pelo governo a que terá direito como ex-presidente, Jair Bolsonaro pediu ao PL que contrate mais oito funcionários de sua confiança para assessorá-lo, informa o Painel da Folha de S.Paulo.

A ideia é que esse núcleo funcione como uma espécie de gabinete paralelo de Bolsonaro, uma continuidade do gabinete do ódio, responsável pela divulgação de fake news e ameaças contra adversários. 

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Entre os assessores que Bolsonaro gostaria de manter trabalhando com ele está Tercio Arnaud, expoente do chamado "gabinete do ódio" do Palácio do Planalto. 

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