Clube Militar: Aécio pode "interromper sovietização"

Em nota, grupo formado por oficiais da reserva diz que, “apesar de esquerda”, presidenciável tucano Aécio Neves afasta o país “de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia” e interrompe “o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país”; afirma ainda que a vitória do PSDB possibilitaria “o importantíssimo desaparelhamento do Estado, hoje, executado em prol das intenções do PT”

Em nota, grupo formado por oficiais da reserva diz que, “apesar de esquerda”, presidenciável tucano Aécio Neves afasta o país “de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia” e interrompe “o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país”; afirma ainda que a vitória do PSDB possibilitaria “o importantíssimo desaparelhamento do Estado, hoje, executado em prol das intenções do PT”
Em nota, grupo formado por oficiais da reserva diz que, “apesar de esquerda”, presidenciável tucano Aécio Neves afasta o país “de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia” e interrompe “o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país”; afirma ainda que a vitória do PSDB possibilitaria “o importantíssimo desaparelhamento do Estado, hoje, executado em prol das intenções do PT” (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em nota de apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) contra a presidente Dilma Rousseff, o Clube Militar, entidade formada por oficiais da reserva, afirma que o tucano pode interromper “o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país”.

Intitulado “O pensamento do Clube Militar: que futuro queremos?”, texto diz ainda que, “apesar de esquerda”, o PSDB afasta o país “de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia”. Para o Clube, a vitória de Aécio possibilitaria “o importantíssimo desaparelhamento do Estado, hoje, executado em prol das intenções do PT”.

Leia aqui:

QUE FUTURO QUEREMOS?

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Eis que ultrapassamos o passo inicial das eleições gerais brasileiras em 2014!

O cenário político brasileiro, cristalizado em um segundo turno eleitoral entre Dilma e Aécio, apresenta aos brasileiros uma bifurcação com dois possíveis caminhos a serem seguidos.

Há os que não concordam com as mirabolantes teses esquerdistas que falharam em todo o mundo; os que se revoltam com a sequência de escândalos de corrupção gerados e geridos pelo PT e seus militantes; os que acreditam na democracia, na alternância dos partidos no poder, no primado da lei igual para todos, na liberdade de expressão, na independência e na soberania do Brasil, na separação e independência dos Poderes – enfim, os democratas.

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Por outro lado, tendendo a um imobilismo político execrável, há os que desejam a permanência do estado de coisas atual. Neste, existe o atrelamento à origem comunista; à subordinação dos interesses nacionais a um terceiro-mundismo mofado e que leva ao isolamento em relação aos maiores centros de poder do mundo; à teimosia obsessiva, arrogância e vaidosa visão messiânica de suas pessoas etc. Nele, perdura o risco das “comissões” previstas no Dec 8243, que cria sovietes no Brasil, e pretendem “aprofundar o socialismo”, um eufemismo para a intensificação dos ataques à democracia e à liberdade. Dilma controla com mão de ferro a falta de política econômica consistente; não consegue disfarçar a revolta por, ainda, depender de seu guru e criador, que interfere acintosamente em sua administração, sendo notório que sua autoestima ficou abalada por ter que disputar um segundo turno, quando contava, inicialmente, vencer no primeiro.

Aécio Neves, habilitado à disputa do segundo turno das eleições presidenciais, é uma esperança concreta de colocar fim à era petista. Sua resistência e recuperação, quando tudo parecia perdido, dão-lhe as credenciais necessárias para interromper o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país, virando uma página negra de nossa história.

Pode-se começar a enumerar vantagens a seu favor pela salutar e democrática alternância do poder que ensejará. Sua vitória possibilitará, também, o importantíssimo desaparelhamento do Estado, hoje, executado em prol das intenções do PT. O candidato Aécio, ex-governador de Minas Gerais, trás em seu currículo esse excelente desempenho administrativo. Por fim e muitíssimo relevante, afasta-nos da preocupação de vivermos no limbo de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia, visto que o PSDB, apesar de esquerda, foge ao radicalismo nocivo e extremado.

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Marco Antonio Villa, O Globo de 7/10/2014, foi feliz em sua síntese:

“Basta de PT

A eleição presidencial de 2014 decidirá a sorte do Brasil por 12 anos. Como é sabido, o projeto petista é se perpetuar no poder. Segundo imaginaram os marginais do poder – feliz expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello quando do julgamento do mensalão -, a vitória de Dilma Roussef abrirá caminho para que Lula volte em 2018 e, claro, com a perspectiva de permanecer por mais 8 anos no poder”.

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