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Brasil

Eduardo Cunha critica o papa após o pontífice denunciar o golpe contra Dilma

Eduardo Cunha quando estava preso por decisão da Lava Jato de Curitiba, chegou a dizer que iria “recorrer ao papa para ser julgado” e agora desdenha do pontífice

Eduardo Cunha e Dilma Rousseff (Foto: Reutes | Geraldo Magela/Agência Senado)
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247 - O ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos articuladores do golpe de 2016, usou as redes sociais para criticar o papa Francisco, após o pontífice denunciar o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

Cunha, que quando estava preso por decisão da Lava Jato de Curitiba, escreveu uma carta-protesto afirmando que iria “recorrer ao papa para ser julgado” já que, segundo ele, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, não marcava a data para julgar seu pedido de habeas corpus, agora desdenha do papa.

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"Depois que assistimos o chefe da igreja católica, chamado de Papa, falando sobre o impeachment da Dilma, eu me orgulho cada vez mais de ter me convertido em evangélico", escreveu.

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