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Enchentes: famílias de Itaperuna, no Rio, devem ser transferidas

Chuvas da madrugada de domingo fazem Rio Muria subir e causam risco de deslizamento em encostas ocupadas por centenas de residncias

Enchentes: famílias de Itaperuna, no Rio, devem ser transferidas (Foto: JADSON MARQUES/ AGÊNCIA ESTADO)
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A chuva que voltou a atingir as regiões norte e noroeste do Estado do Rio de Janeiro entre sábado, 7, e domingo, 8, fez a Defesa Civil de Itaperuna pedir que as famílias que moram em regiões de encostas deixem suas casas. Em razão dos riscos de deslizamentos as pessoas devem deixar os locais ameaçados o mais rápido possível.

O secretário municipal de Defesa Civil de Itaperuna, major Joelson Oliveira, disse que, durante a madrugada deste domingo, houve deslizamentos de terra no bairro de São Mateus e, pela manhã, no bairro Aeroporto. Não houve vítimas nos dois casos.

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"A previsão era de que caíssem 30 milímetros de chuva, mas foi mais que isso. Choveu na madrugada mais de 120 milímetros. Nossos córregos transbordaram, e o Rio Muriaé, que ainda não tinha voltado à sua calha mas estava baixando, voltou a subir. Além disso, nossas áreas de morro e encosta estão bastante instáveis. Então, estamos solicitando que as pessoas que moram nesses locais saiam de suas casas hoje e procurem casas de parentes ou abrigos", alertou.

De acordo com Oliveira, 106 pessoas estão desabrigadas e 3 mil desalojadas. Ao todo, foram montados sete abrigos. "Como a cidade de Itaperuna sofre há décadas com o problema das enchentes, as pessoas estão acostumadas a procurar ajuda na casa de parentes e amigos. Então, ainda há espaço nos abrigos para quem precisar", avisou. Ele informou que o nível do Rio Muriaé neste domingo atinge 6,5 metros, mas que os 5,10 metros que são o patamar de transbordo.

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Coordenando uma equipe de 15 voluntários da Cruz Vermelha que atuam na cidade, Maria das Graças Santos contou que há locais em que o acesso é difícil em razão dos alagamentos. "Para levar ajuda, como alimentos e outros insumos, ao bairro de Retiro de Muriaé, onde há famílias ilhadas, foi preciso o auxílio de homens do Corpo de Bombeiros. Tivemos que dar a volta pelo município de Laje do Muriaé para chegar até lá." Segundo ela, os voluntários visitam abrigos e prestam assistência a pessoas que não podem sair de casa, levando comida, água, colchões e bombas de purificação, entre outros itens.

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