Madison Biotech, que tentou receber US$ 45 milhões antecipados pela Covaxin, é empresa de fachada, avalia CPI

De acordo com o vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações colhidas pela comissão "apontam para que a Madison, usada pela Precisa para receber ilegalmente pagamento antecipado da venda da Covaxin, seja uma empresa de fachada"

Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e a vacina Covaxin
Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e a vacina Covaxin (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | Reprodução)
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247 - Senadores da CPI da Covid acreditam que a Madison Biotech, empresa usada para tentar receber antecipadamente US$ 45 milhões da compra da Covaxin, seja uma empresa de fachada. Ela é sediada num endereço em que investigações internacionais já apontaram a existência de registros de 600 empresas de fachada, aproximadamente.

De acordo com o vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), "as informações que estamos colhendo apontam para que a Madison, usada pela Precisa para receber ilegalmente pagamento antecipado da venda da Covaxin, seja uma empresa de fachada". "No mesmo endereço dela, já foi denunciado que 600 empresas de fachada estão registradas", disse ao blog do Valdo Cruz

Randolfe disse que a CPI vai levantar quem são os sócios da empresa, as transações financeiras dela e por quem foi criada em fevereiro do ano passado. "Essa mesma empresa está envolvida em irregularidades no Paraguai na venda da mesma vacina", afirmou o parlamentar. 

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A Comissão Parlamentar de Inquérito investiga a tentativa de aquisição da Covaxin pelo governo. A compra superfaturada do imunizante foi a única para a qual houve um intermediário e sem vínculo com a indústria de vacina, a empresa Precisa. O preço da compra foi 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela fabricante.

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