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'MP tornou-se um monstro ao assumir acordos de leniência da Lava Jato', diz Gilmar Mendes

Ministro do STF citou ainda que os acordos de leniênca são de responsabilidade da CGU e da AGU

Ministro do STF Gilmar Mendes 22/08/2019 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou os poderes assumidos pelo Ministério Público nos últimos anos, em especial no que se refere aos acordos de leniência firmados durante a Lava Jato, alvo de reversões na Corte recentemente. 

Segundo o decano do STF, o poder que o MP assumiu na época “produziu, na verdade, um monstro”. “Isso dá ao MP uma posição super privilegiada. Se o empresário faz acordo de leniência lá em Curitiba, sede da Lava Jato, ele o faz com medo, inclusive, da prisão”, disse Gilmar, em entrevista ao portal Brazil Journal.

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Mendes citou ainda que os acordos de leniênca são de responsabilidade da Controladoria Geral da União (CGU) e da Advocacia Geral da União (AGU). 

Ao todo, entre 2014 e 2022, a PGR firmou 49 leniências, sendo que 34 delas se referem à Lava Jato ou a investigações correlatas. Mas a proporção tomada pela autodenominada força-tarefa na PGR foi minguando ao longo dos anos. (Com informações do Conjur). 

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