Oposição vai tentar adiar votação da PEC eleitoreira de Bolsonaro e Lira

Se a oposição conseguir adiar, a votação ficará para agosto

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - A oposição na Câmara traçou uma estratégia para protelar a votação da emenda à Constituição, tentando atrasar a votação para o segundo semestre. Assim, calculam que os efeitos das benesses podem ser menos sentidos nas urnas, em outubro.

A oposição vai tentar invocar o artigo 114 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que prevê atraso de pelo menos 20 dias, informa o jornalista Lauro Jardim no Globo. O artigo 114 afirma: “A tramitação de proposição elencada no caput do art. 59 da Constituição Federal, ressalvada a referida no seu inciso V, quando acarretar aumento de despesa ou renúncia de receita, será suspensa por até vinte dias, a requerimento de um quinto dos membros da Casa, nos termos regimentais, para análise de sua compatibilidade com o Novo Regime Fiscal.”   

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Se a oposição conseguir adiar, a votação ficará para agosto e o pagamento só seria iniciado em setembro, reduzindo as chances de a população sentir os efeitos com o pagamento antes da eleição, em 2 de outubro.  

Já a base governista na Câmara vai se basear em outro trecho da Constituição Federal que garante a concessão do benefício em tempos de crise financeira. 

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