Porta-voz diz que vídeo que exalta ditadura é caso encerrado

Tentando encerrar a polêmica resultante do vídeo em exaltação à ditadura militar que foi divulgado pelos canais oficiais do Palácio do Planalto, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros afirmou que "esse é um assunto que nós já caracterizamos como encerrado"; "Esse é um assunto que nós não queremos comentar", completou; para a procuradora da República e presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos, Eugênia Gonzaga, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade e improbidade administrativa ao mandar os quartéis celebrarem os 55 anos do golpe, algo que o governo Bolsonaro agora faz questão de jogar para debaixo do tapete

Porta-voz diz que vídeo que exalta ditadura é caso encerrado
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247 - Tentando encerrar a polêmica resultante do vídeo em exaltação à ditadura militar que foi divulgado pelos canais oficiais do Palácio do Planalto, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros afirmou que "esse é um assunto que nós já caracterizamos como encerrado". "Esse é um assunto que nós não queremos comentar", completou.

Nesta segunda-feira (1), o vice-presidente Hamilton Mourão disse que o vídeo sobre o golpe do dia 31 de Março de 1964 havia sido divulgado por determinação do presidente Jair Bolsonaro (leia no Brasil 247). A Secretaria de Comunicação, porém, não confirmou de onde partiu a ordem para a divulgação do vídeo pró-ditadura. Para a procuradora da República e presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos, Eugênia Gonzaga Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade e improbidade administrativa ao mandar os quartéis celebrarem os 55 anos do golpe (leia no Brasil 247).

No vídeo divulgado em uma das redes oficiais do governo, um homem não identificado fala deque na época havia no Brasil "um tempo de medo e ameaças" oriundas do comunismo. Ele também cita que os "jornais, rádios, TVs e principalmente o povo na rua" pediram que o Exército intervisse. "O Exército apenas cumpriu o seu papel", diz na fala final.

 

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