Prerrogativas decide apoiar movimento "sem anistia" e diz que terá "independência crítica" em relação ao governo Lula

"Não se trata de revanchismo, de vingança. É o contrário, é justiça e reparação, com espírito público e senso de urgência", disse o jurista Marco Aurélio de Carvalho

Marco Aurélio de Carvalho
Marco Aurélio de Carvalho (Foto: Bruno Salles Ribeiro/Prerrogativas)


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247 - O Grupo Prerrogativas, formado por juristas e advogados, definiu que irá aderir ao  "sem anistia" visando a responsabilização de Jair Bolsonaro (PL) por eventuais crimes cometidos no exercício da Presidência, entre 2019 e 2022, com destaque para o  período da pandemia de Covid-19, diz a coluna do jornalista Alberto Bombig, no UOL. Ainda segundo a reportagem, o Prerrogativas, que tem cinco ministros no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), irá “fazer a defesa do governo que ajudou a eleger, mas buscará manter uma ‘independência crítica’”.

"Não se trata de revanchismo, de vingança. É o contrário, é justiça e reparação, com espírito público e senso de urgência", disse o coordenador do Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, sobre o movimento “sem anistia”. A cobrança para que Bolsonaro seja punido por eventuais crimes cometidos no exercício da Presidência, porém, não é consenso entre os integrantes do governo Lula. 

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O temor é que a adesão ao movimento “sem anistia” passe a ideia de revanchismo ou de uma espécie de "caça às bruxas” por meio do apoio imediato às investigações. Já os defensores da iniciativa avaliam que “a ideia de conciliação no Brasil precisa deixar de ser confundida com a de impunidade”.

"A gente tem a clareza de que precisamos ajudar esse governo a se defender dos setores mais radicais da sociedade, mas, ao mesmo tempo, devemos manter uma independência crítica capaz de fazer o governo perceber a vocação para a qual ele foi eleito, que é de acabar com a miséria e enfraquecer o fascismo", ressaltou Carvalho.

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