STF virou loteria, diz Mello Franco

O jornalista Bernardo Mello Franco afirmou nesta quarta-feira, 27, que o Supremo Tribunal Federal virou uma loteria, ao comentar a decisão da 2ª Turma da Corte que libertou o ex-ministro José Dirceu; para ele, Dirceu teve sorte, Lula teve azar. "Assim tem se decidido a vida dos réus no Supremo, onde decisões importantes passaram a obedecer à lógica da loteria. A depender do sorteio inicial, os advogados costumam saber de antemão o que vai acontecer com seus clientes", diz ele

O jornalista Bernardo Mello Franco afirmou nesta quarta-feira, 27, que o Supremo Tribunal Federal virou uma loteria, ao comentar a decisão da 2ª Turma da Corte que libertou o ex-ministro José Dirceu; para ele, Dirceu teve sorte, Lula teve azar. "Assim tem se decidido a vida dos réus no Supremo, onde decisões importantes passaram a obedecer à lógica da loteria. A depender do sorteio inicial, os advogados costumam saber de antemão o que vai acontecer com seus clientes", diz ele
O jornalista Bernardo Mello Franco afirmou nesta quarta-feira, 27, que o Supremo Tribunal Federal virou uma loteria, ao comentar a decisão da 2ª Turma da Corte que libertou o ex-ministro José Dirceu; para ele, Dirceu teve sorte, Lula teve azar. "Assim tem se decidido a vida dos réus no Supremo, onde decisões importantes passaram a obedecer à lógica da loteria. A depender do sorteio inicial, os advogados costumam saber de antemão o que vai acontecer com seus clientes", diz ele (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Bernardo Mello Franco afirmou nesta quarta-feira, 27, que o Supremo Tribunal Federal virou uma loteria, ao comentar a decisão da 2ª Turma da Corte que libertou o ex-ministro José Dirceu. 

"O resultado deu um sinal claro de que a Segunda Turma estava pronta para tirar Lula da cadeia. Isso não ocorreu ontem devido a outra manobra explícita de Fachin. Para evitar a derrota, o ministro direcionou o recurso do ex-presidente ao plenário do tribunal. Desta vez, conseguiu empurrar a decisão para agosto, o que manterá o petista preso em Curitiba", disse Mello Franco. 

Para o colunista do Globo, Dirceu teve sorte, Lula teve azar. "Assim tem se decidido a vida dos réus no Supremo, onde decisões importantes passaram a obedecer à lógica da loteria. A depender do sorteio inicial, os advogados costumam saber de antemão o que vai acontecer com seus clientes", diz ele. 

"Alguns ministros falam abertamente sobre a divisão da Corte. A Primeira Turma, mais rígida, é chamada de 'câmara de gás'. A Segunda Turma, mais garantista, de 'Jardim do Éden'. Quase todos fazem política com a toga, o que aumenta a sensação de que a balança da Justiça anda desregulada", argumenta. 

Leia o texto na íntegra.

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