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Economia

Bolsa: receios prevalecem e índice desce a - 0,74% (13h20)

Em Nova York, ndice SP patina em 0,13% e Nasdaq perde 0,86%

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247 – Num dia sem inspiração, os investidores na bolsa de São Paulo se mostram retraídos, o que levou a uma virada de sinal do verde para o vermelho. Apesar de abrir em ligeira alta, o Ibovespa registrava – 0,74% às 13h19, acompanhando a baixa também em Nova York, que àquela altura marca 0,13% negativo. Não há nenhuma notícia tão negativa assim, mas muito menos boas, tanto no Brasil como no mundo.

ABERTURA - A Bovespa abriu o pregão de mão no bolso, sem grande disposição para compras ou vendas. Em ritmo lento, os negócios são poucos, mas sustentam ligeira alta de 0,21%, com o Ibovespa aos 54.432 pontos. O mercado parece que está sonolento, antes de engatar nova tendência. A abertura da Bolsa de Nova York poderá animar.

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PRÉ-ABERTURA - O pânico do mercado passou, mas o que permanece é o estado de crise. Esse é o sentimento que define o espírito dos investidores nesta primeira semana depois do primeiro rebaixamento da dívida americana pela Standard & Poors (S&P). O problema é uma questão de fundo: a falta de capacidade de crescimento econômicos revelada pelos países desenvolvidos a partir da crise de 2008.

Ontem, parecia que o mercado voltaria a embalar nova rodada de recuperação, mas os ânimos foram solapados com a divulgação em série dos dados de PIB na zona do euro. Decepcionantes foram os dados da Alemanha, maior força econômica da região, França e a média da região. O resultado ficou perto de zero, ou seja, o continente está parado.

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Com a economia paralisada, em crise política e de identificação com o euro, os países da região continuam se debatendo com o alto endividamento de países como Portugal, Itália, Espanha, Grécia e Irlanda. Nos EUA não é diferente. Questionados sobre a capacidade de pagamento, o governo americano passou a desqualificar o trabalho das agências de rating, um dos símbolos do capitalismo americano, que é movido pelos conceitos emanados nos mercados financeiros e de capitais.

Ontem, a Fitch Rating confirmou a qualidade da dívida americana no tradicional AAA. Mas isso não significa muita coisa, num cenário que antigos mitos estão sendo quebrados. Hoje, os mercados continuam ressabiados. Londres caía, há pouco, 0,6%, Frankfurt perdia 1,1% e Paris permanecia em estabilidade, oscilando perto do zero a zero.

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As bolsas asiáticas emitiram sinais contrários. Tóquio caiu 0,6% e Xangai recuou 0,3%. Hong Kong, porém, subiu 0,4%. Para o Brasil, que está do epicentro da crise há muito tempo, a questão é saber o grau de contágio para as empresas brasileiras da crise de crescimento global. A parceria com a China, de certa forma, ajuda a proteger o Brasil, grande fornecedor de commodities para os chineses. Dá para continuar acreditando nas oportunidades oferecidas pelas baixas das ações dos últimos dias.

 

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