Depressão derruba impostos e Meirelles terá que cortar R$ 50 bi

A depressão econômica provocada por Michel Temer e Henrique Meirelles em 2016, ano em que o Brasil fechará com queda de quase 4% do PIB, se alastrou para 2017; os dados de janeiro já indicam uma arrecadação bem abaixo do previsto, o que sinaliza a continuidade da recessão; com isso, mesmo tendo obtido autorização do Congresso para um rombo fiscal de R$ 143 bilhões, a dupla já terá que cortar R$ 50 bilhões já no início do ano, para não correr o risco de estourá-la; embora a situação fiscal do País tenha sido o pretexto para a deposição da presidente Dilma Rousseff, Temer e Meirelles, prisioneiros da tese de que não se pode aumentar impostos, estão aprofundando o rombo 

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de fórum político e econômico em São Paulo, Brasil 30/09/2016 REUTERS/Paulo Whitaker
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de fórum político e econômico em São Paulo, Brasil 30/09/2016 REUTERS/Paulo Whitaker (Foto: Leonardo Attuch)

247 – A depressão econômica provocada por Michel Temer e Henrique Meirelles em 2016, ano em que o Brasil fechará com queda de quase 4% do PIB, se alastrou para 2017.

Os dados de janeiro já indicam uma arrecadação bem abaixo do previsto, o que sinaliza a continuidade da recessão.

Com isso, mesmo tendo obtido autorização do Congresso para um rombo fiscal de R$ 143 bilhões, a dupla já terá que cortar R$ 50 bilhões já no início do ano, para não correr o risco de estourá-la.

Embora a situação fiscal do País tenha sido o pretexto para a deposição da presidente Dilma Rousseff, Temer e Meirelles, prisioneiros da tese de que não se pode aumentar impostos, estão aprofundando o rombo.

Abaixo, nota de Lauro Jardim a respeito:

Sem vigor

Os primeiros números de arrecadação federal em janeiro estão bem abaixo do esperado. Ressabiada, a equipe de Henrique Meirelles já começou a fazer as contas de quanto vai faltar para bancar o Orçamento de 2017. Se não houver surpresas positivas, a solução será um contingenciamento de despesas além de R$ 50 bilhões. Entre quatro paredes, ou seja, nunca admitirão em público, estão pessimistas quanto ao primeiro trimestre. 

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