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Como poupar sem abrir mão do lazer e do prazer

Apenas prestando ateno s escolhas e sem alterar o padro de vida, d para deixar de gastar at R$ 25 mil no ano

Como poupar sem abrir mão do lazer e do prazer (Foto: Shutterstock)
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Luciane Macedo _247 - Restaurantes caros, bons vinhos, estreias de cinema e teatro, grandes atrações na agenda de shows, saídas com as crianças todo fim de semana e aquele costumeiro passeio no shopping. Opções não faltam, e o lazer é o destino número um do dinheiro que sobra no bolso do brasileiro, segundo pesquisa da Nielsen. Antes mesmo de pagar as dívidas ou poupar, ao contrário de outros latino-americanos, o brasileiro quer mais é diversão e arte.

Priorizar o lazer fora de casa, quando se trata de gastar o que sobrou de dinheiro, é uma escolha não só válida, mas cada vez mais presente entre todas as classes sociais. O lazer está intimamente ligado à qualidade de vida no País. Mas o bolso não precisa se ressentir por conta do divertimento.

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É possível frequentar os melhores restaurantes, não perder um show muito esperado, continuar saindo sempre com as crianças, enfim, não se privar de nada, e, mesmo assim, deixar de gastar algo em torno de R$ 25 mil por ano. Mas como é que "brota" todo este dinheiro justamente de uma fonte de gastos?

O segredo está nas escolhas, em pequenas trocas e truques que podem ser feitos sem perda de qualidade ou quantidade no lazer, ensina Mauro Calil, professor de educação financeira e membro do Instituto Nacional de Investidores.

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"Isso é uma das coisas que ensinamos nos cursos, não é preciso deixar de ter lazer, mas as pessoas confundem demais", comenta Calil. "Quando você diz 'economizar', logo dá uma impressão de restrição, de privação, e não é nada disso", garante o educador financeiro. "O segredo está em trocar um consumismo tolo por um lazer melhor ou igual gastando menos".

Basta abrir a carteira para encontrar, justo no dinheiro de plástico, cujo mau uso leva tantos consumidores ao endividamento, o primeiro "salva-vidas" do dinheiro gasto com lazer. Ingressos de cinema, teatro e shows, que não são exatamente uma pechincha, podem custar, no mínimo, 25% a menos, ou metade do preço, se o consumidor usufruir das vantagens oferecidas por muitas bandeiras de cartões de crédito. Outra fonte de economia sem esforço também está muito presente na carteira dos brasileiros: o cartão da seguradora do carro.

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"O ingresso para uma peça de teatro que custa R$ 100,00 pode sair por R$ 50,00, ou seja, uma economia de R$ 600,00 no ano para quem vai ao teatro uma vez por mês", assinala Calil. "Para quem não abre mão de bons restaurantes, as compras coletivas podem até render bons descontos nos restaurantes que a pessoa já frequenta", continua o educador financeiro. "Uma conta de R$ 160,00 pode sair por R$ 100,00, ou seja, um único lazer já rendeu uma economia de R$ 240,00 no mês".

O entretenimento das crianças também pode sair bem mais em conta com um pouco de criatividade e diversificação, bastando que os pais ampliem seus horizontes para além do costumeiro passeio no shopping. "Gasta-se muito dinheiro no shopping, a conta para uma família com duas crianças pode sair entre R$ 600,00 e R$ 700,00 em um só fim de semana, com estacionamento por hora, fast food, diversão eletrônica, e por aí vai", comenta Calil. "Se forem ao parque, as crianças vão se divertir por horas e essa conta cai para R$ 100,00, mesmo com lanche, estacionamento e brinquedos".

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As dicas do educador financeiro vão muito além do lazer. "Outra coisa que propomos nos cursos é que as pessoas fiquem seis meses sem comprar roupas", conta Calil. "E 100% conseguem", garante o educador financeiro. Segundo ele, é comum encontrar pessoas com armários abarrotados de roupas e que continuam vendo a necessidade de comprar mais. "Aquela história de comprar roupa uma vez por semana ou a cada 15 dias é hábito, é como comprar pão na padaria", salienta Calil. "Já vi sapatos sem usar e blusas com etiqueta, isso é corriqueiro, chega a ser colecionismo".

Veja mais, nos infográficos, como "salvar" uma grana em serviços indispensáveis ao dia-a-dia, na conta do supermercado e até em compras maiores. Juntas, as dicas formam uma verdadeira "operação resgate" de muito dinheiro que pode deixar de ser gasto sem esforço ou privações e sem abrir mão do padrão de vida, seja ele qual for.

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"Se você presta atenção às escolhas que faz, a economia salta aos olhos", assegura Calil. Com o dinheiro que deixou de ser gasto só com lazer, ao final de um ano, é possível financiar sonhos e projetos maiores, como trocar de carro ou viajar todo ano, fazer uma reforma em casa, mudar a decoração ou ser destinado ao planejamento financeiro para a compra de um imóvel. Estas conquistas que, aparentemente, só são possíveis para quem já tem dinheiro, estão à disposição de qualquer um, desde que se faça a opção por abraçá-las.

"Para acontecer esse 'salvamento do dinheiro', a pessoa tem que ter um objetivo maior, como uma viagem dos sonhos ou uma casa na praia", explica Calil. "Só assim, ela vai ver quanto custa e vai querer arrumar dinheiro", conta o educador financeiro. "Quando a pessoa percebe que pode canalizar um dinheiro que já tem para este objetivo maior, é muito gratificante. E com a economia de uma vida em sabão em pó, dá para comprar uma casa".

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