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“Demissão no período eleitoral é crime”

Servidores dos Postos de Saúde da Família (PSF) travaram a sessão desta quarta na Câmara Municipal em protesto contra o risco de demissão de cerca de 4 mil profissionais

“Demissão no período eleitoral é crime” (Foto: Divulgação)
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Bahia 247

A sessão ordinária desta tarde na Câmara Municipal foi marcada pelo protesto dos servidores da Secretaria da Saúde de Salvador (SMS). Diante da ameaça de demissão dos quase 4.000 profissionais do Programa de Saúde da Família, que têm vínculos de trabalho precários (alguns há mais de 12 anos), para contratação de concursados para os mesmos cargos, servidores lotaram a galeria do Plenário Cosme de Farias.

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Vestidos jalecos brancos improvisados e tarjas pretas em sinal de luto, os trabalhadores pediram o apoio dos vereadores em busca de uma solução negociada com o Executivo, defendendo a manutenção dos empregos e ampliação das equipes com o ingresso dos concursados.

"Salvador será a capital nacional do desemprego. Dignidade, sim! Desemprego, não!", diz o panfleto distribuído pelos servidores aos vereadores. A capital baiana conta com apenas 17% de cobertura do PSF.

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O documento pede ainda o apoio da população, "para que possamos manter os postos de trabalho atuais e que haja a ampliação para as novas vagas, melhorando assim a assistência à saúde de todos em Salvador".

Com cartazes e faixas, os trabalhadores protestaram. "Demissão no período eleitoral é crime", "Não existe lei para nos proteger" e "PSF – ampliação é a solução".

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Obstrução

O vereador Alcindo da Anunciação (PT) sugeriu a formação de uma comissão na Casa do Povo para tentar ajudar os servidores diante da Prefeitura. "Esta Casa não pode cruzar os braços, precisamos interceder e buscar uma solução para esse impasse".

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Orlando Palhinha (PP), que presidia a sessão, também apoiou o movimento dos profissionais do PSF, frisando que "as comunidades dos bairros periféricos, principalmente, dependem desses servidores".

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