Denúncia contra máfia do ISS não cita políticos

Uma testemunha ouvida pelo Ministério Público no caso da máfia do ISS indica uma ligação do líder da quadrilha, Ronilson Bezerra Rodrigues, com o ex-secretário Walter Aluísio Morais Rodrigues, e seu adjunto, Silvio Dias, da Secretaria Municipal de Finanças da gestão de Gilberto Kassab (PSD); no entanto, promotor julga que indícios contra fiscais são mais robustos; seis pessoas vão responder por crimes que podem chegar a 26 anos de prisão

Uma testemunha ouvida pelo Ministério Público no caso da máfia do ISS indica uma ligação do líder da quadrilha, Ronilson Bezerra Rodrigues, com o ex-secretário Walter Aluísio Morais Rodrigues, e seu adjunto, Silvio Dias, da Secretaria Municipal de Finanças da gestão de Gilberto Kassab (PSD); no entanto, promotor julga que indícios contra fiscais são mais robustos; seis pessoas vão responder por crimes que podem chegar a 26 anos de prisão
Uma testemunha ouvida pelo Ministério Público no caso da máfia do ISS indica uma ligação do líder da quadrilha, Ronilson Bezerra Rodrigues, com o ex-secretário Walter Aluísio Morais Rodrigues, e seu adjunto, Silvio Dias, da Secretaria Municipal de Finanças da gestão de Gilberto Kassab (PSD); no entanto, promotor julga que indícios contra fiscais são mais robustos; seis pessoas vão responder por crimes que podem chegar a 26 anos de prisão (Foto: Roberta Namour)


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247 - O Ministério Público Estadual decidiu incluir apenas seis fiscais na primeira denúncia contra a máfia dos ISS, que deu mais de R$ 500 milhões em prejuízos aos cofres públicos de São Paulo. Nenhum político foi citado.

Na denúncia que será apresentada, os fiscais devem responder por acusações como formação de quadrilha; corrupção passiva e lavagem de dinheiro, que podem render a até 26 anos de reclusão.

Ao menos nove políticos foram mencionados por possível envolvimento. Mas o promotor Roberto Bodini alega que os indícios não se equiparam aos que existem contra os fiscais.

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Uma testemunha ouvida pelo Ministério Público no caso da máfia do ISS indica uma ligação do líder da quadrilha, Ronilson Bezerra Rodrigues, com o ex-secretário Walter Aluísio Morais Rodrigues, e seu adjunto, Silvio Dias, da Secretaria Municipal de Finanças da gestão de Gilberto Kassab (PSD).

Na tentativa de limpar a imagem do PSD no escândalo, o deputado federal Guilherme Campos (PSD) jogou a responsabilidade pela equipe da secretaria de Finanças da administração de São Paulo para o ex-prefeito José Serra.

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"É só fazer uma constatação. Dentro do acordo de assunção veio o compromisso de manter a estrutura montada pelo prefeito José Serra e do secretário de finanças Mauro Ricardo", disse. Braço-direito de Serra teria mandado arquivar investigações sobre a fraude.

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