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Médicos Sem Fronteiras clamam por 'cessar-fogo duradouro' na Faixa de Gaza

"Consideramos Israel responsável pela situação de privação extrema que é dominante em Gaza", afirmou a entidade

Médicos Sem Fronteiras (Foto: Reprodução)
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247 - O Médicos Sem Fronteiras (MSF) na França, onde é presidido por Isabelle Defourny, reiterou "seu apelo por um cessar-fogo imediato e duradouro" na Faixa de Gaza, onde forças de Israel cometem o genocídio contra palestinos. O MSF, que tem seu principal escritório internacional na Suíça, é uma organização mundial, não governamental e sem fins lucrativos. 

As estatísticas apontaram que mais de 110 pessoas morreram nesta quinta-feira (29) enquanto aguardavam ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Mais de 30 mil palestinos morreram no território desde o dia 7 de outubro por causa dos ataques das forças de Israel, governado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. 

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"Consideramos Israel responsável pela situação de privação extrema que é dominante em Gaza, particularmente no norte, que levou aos trágicos eventos de hoje. Apelamos às autoridades israelenses para que permitam um fluxo coordenado e sem entraves de ajuda humanitária essencial, como comida, que possa ingressar e ser entregue por toda a Faixa de Gaza, e para que os ataques contra civis cessem imediatamente", afirmou.

De acordo com o MSF, a situação em Gaza "é a consequência direta da série de decisões inconcebíveis tomadas por autoridades israelenses ao travar essa guerra: uma campanha incessante de bombardeios, um cerco total imposto ao enclave, as barreiras burocráticas e falta de mecanismos de segurança para assegurar a distribuição segura de comida do sul para o norte de Gaza, a destruição sistemática de meios de subsistência, como agricultura, criação de animais e pesca".

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"A assistência ao norte está em grande medida interrompida há meses, deixando as pessoas encurraladas e sem outra opção senão a de tentarem sobreviver com quantidades ínfimas de comida, água e suprimentos médicos. Bairros inteiros foram bombardeados e destruídos".

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