Movimento cobra contratação de professores concursados

De acordo com integrantes do "Movimento Convocação Já", cerca de 60% dos professores da rede pública Estadual de Educação em Alagoas são monitores, ou seja, não são efetivos. Eles cobram a nomeação dos aprovados no último concurso realizado no ano passado

De acordo com integrantes do "Movimento Convocação Já", cerca de 60% dos professores da rede pública Estadual de Educação em Alagoas são monitores, ou seja, não são efetivos. Eles cobram a nomeação dos aprovados no último concurso realizado no ano passado
De acordo com integrantes do "Movimento Convocação Já", cerca de 60% dos professores da rede pública Estadual de Educação em Alagoas são monitores, ou seja, não são efetivos. Eles cobram a nomeação dos aprovados no último concurso realizado no ano passado (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Integrantes do Movimento "Convocação Já" anunciaram, durante coletiva na manhã desta terça-feira (23), na sede do Sindpetro, no centro de Maceió, que vão cobrar, da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE), a nomeação de 2.811 aprovados no último concurso público do órgão, realizado em novembro do ano passado. Segundo eles, a secretária descumpriu a promessa de nomeação de 1.094.

De acordo com Rodrigo Aragão, um dos aprovados no certame, de 2006 a 2011, a vacância já era de 1.411. Há três anos, houve aumento na carência do efetivo de servidores, o que motivou o lançamento do Manifesto em Defesa da Educação Pública de Alagoas, marcado para acontecer às 18h desta terça, na sede do sindicato. Às 15h desta quarta (23), os membros do Movimento farão o recolhimento de assinaturas para o manifesto no calçadão do comércio e, na quinta (24), os aprovados realizarão o ato de entrega do manifesto à Secretaria de Estado de Educação, cobrando a nomeação à secretária Josicleide Moura, às 8 horas, no Centro de Estudos e Pesquisa Aplicada (Cepa), no Farol.

"A carência é grande nos quadros da Educação e Josicleide foi ao Ministério Público prometer que todos seriam convocados até o dia 31 de março; portanto, queremos uma resposta do governo. Além disso, a secretária declarou que o caos na Educação é porque os professores não estão trabalhando com amor. Isso é um absurdo", argumentou Ana Oliveira, também integrante do movimento Convocação Já.

O edital do concurso público – ocorrido em novembro de 2013 e homologado em março deste ano - previa 1.094 vagas, além de cadastro de reserva, para professores e servidores administrativos. Para Magno Francisco, o descompromisso do governo reflete problemas no sistema educacional, dentre eles, o grande número de monitores. "Cerca de 60% dos professores da rede são monitores, ou seja, não são efetivos e ficam por um tempo determinado. E eles ainda executam o trabalho de três professores", informou Magno.

Com gazetaweb.com

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