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Plano Safra Gaúcho destina R$ 2,8 bi ao campo

Com recursos de R$ 2,8 bilhões do sistema financeiro – Banrisul, Badesul e BRDE –, foi lançado no Palácio Piratini o Plano Safra Gaúcho 2015/2016; são R$ 1,9 bilhão do Banrisul, R$ 500 milhões do BRDE e R$ 400 milhões que podem ser aportados via Badesul; o total de R$ 2,8 bilhões é o maior valor para o Plano Safra - no ano passado, foram R$ 2,74 bilhões    

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Com recursos de R$ 2,8 bilhões do sistema financeiro – Banrisul, Badesul e BRDE –, foi lançado no Palácio Piratini o Plano Safra Gaúcho 2015/2016; são R$ 1,9 bilhão do Banrisul, R$ 500 milhões do BRDE e R$ 400 milhões que podem ser aportados via Badesul; o total de R$ 2,8 bilhões é o maior valor para o Plano Safra - no ano passado, foram R$ 2,74 bilhões     (Foto: Leonardo Lucena)
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Governo de Minas - Com recursos de R$ 2,8 bilhões do sistema financeiro – Banrisul, Badesul e BRDE –, foi lançado nesta quinta-feira (9), no Palácio Piratini, o Plano Safra Gaúcho 2015/2016. São R$ 1,9 bilhão do Banrisul, R$ 500 milhões do BRDE e R$ 400 milhões que podem ser aportados via Badesul. O total de R$ 2,8 bilhões é o maior valor para o Plano Safra - no ano passado, foram R$ 2,74 bilhões.

O governador José Ivo Sartori afirmou que a destinação de recursos também cumpre uma função de Estado, que é ficar ao lado de quem está na lavoura. "É para fazer nosso setor financeiro ser parceiro de quem trabalha e produz. É para aproximar ainda mais o governo das famílias que vivem no campo. O Estado já faz muito se não atrapalhar. E o pouco que puder fazer, que seja bem feito. Mesmo diante dos necessários ajustes fiscais, conseguimos ampliar os recursos para o Plano Safra", disse. "Com isso, o governo do Estado apoia e destina verba ao setor que puxa a economia do Estado, responde por aproximadamente 40% do PIB gaúcho e teve safra recorde de grãos, de quase 32 milhões de toneladas."

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De acordo com Sartori, as linhas de crédito, custeio e investimento incluem medidas para avançar em áreas que visam ao incremento da produtividade, do incentivo à irrigação e à armazenagem, do fortalecimento à agroindústria familiar, à aquisição de máquinas e equipamentos, da recuperação de solos, da produção agroecológica e do apoio à juventude rural. A medida representa um impulso ao setor, pois as linhas disponíveis contemplam todos os produtores rurais. "São pautas estruturantes, reivindicadas pelos produtores, pelo movimento Grito da Terra, pela Fetag e pelas entidades ligadas ao desenvolvimento do setor primário. Esta é a democracia que funciona: ouvir para construir", ressaltou.

Os produtores assinaram contratos de financiamentos rurais para a safra 2015/2016. Representando os produtores, o sojicultor Mauro Damassini, de Tuparendi, disse que a intenção é deixar um legado para os seus filhos e que os recursos são facilitadores das ações no campo. O plano foi construído de modo integrado entre as secretarias e o sistema financeiro, com ações articuladas, seguindo a premissa do governo para integrar esforços e qualificar os serviços a serem entregues às comunidades. 

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Conforme o secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, a ação em conjunto possibilitou viabilizar recursos de forma a estimular e potencializar a atividade primária, que tem uma grande importância econômica, social e ambiental, respondendo por 40% do PIB do RS. "Maior produtividade é mais alimento e também representa maior arrecadação. Temos uma agricultura dinâmica e empreendedora", destacou. "É um grande esforço do governo e um reconhecimento à competência dos agricultores por levarem alimento à mesa."

De acordo com o secretário do Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, o Plano Safra Gaúcho vai contribuir para melhorar a condição econômica e financeira dos produtores. "O agronegócio e a agroindustrialização são prioritários para nós", completou o secretário do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco. Representando o sistema financeiro, o vice-presidente do BRDE, Odacir Klein, salientou que os recursos vão qualificar a produção.

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Estiveram presentes também a presidente do Badesul, Susana Kakuta, o presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Mota, a secretária do Gabinete de Políticas Sociais, Maria Helena Sartori, o secretário de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, os deputados estaduais Elton Weber e Altemir Tortelli, o subprocurador-geral de Justiça do Ministério Público, Fabiano Dallazen, e o procurador Alfredo Crossetti Simon, representando a Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

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