Fachin, segundo Reinaldo: de extremista de esquerda a fascistoide de direita

O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, agride a Constituição e se coloca como fascistoide de direita, atendendo a interesses obscuros; Reinaldo diz que o voto de Fachin é “debochado, cretino e bucéfalo” e que ele contorce o entendimento jurídico para obter uma decisão que é, em essência, ressentida e defensiva

O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, agride a Constituição e se coloca como fascistoide de direita, atendendo a interesses obscuros; Reinaldo diz que o voto de Fachin é “debochado, cretino e bucéfalo” e que ele contorce o entendimento jurídico para obter uma decisão que é, em essência, ressentida e defensiva
O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, agride a Constituição e se coloca como fascistoide de direita, atendendo a interesses obscuros; Reinaldo diz que o voto de Fachin é “debochado, cretino e bucéfalo” e que ele contorce o entendimento jurídico para obter uma decisão que é, em essência, ressentida e defensiva (Foto: Gustavo Conde)

247 – O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, agride a Constituição e se coloca como fascistoide de direita, atendendo a interesses obscuros. Reinaldo diz que o voto de Fachin é “debochado, cretino e bucéfalo” e que ele contorce o entendimento jurídico para obter uma decisão que é, em essência, ressentida e defensiva.

“A segunda turma do Supremo, fiel à Constituição, anulou por 3 a 1 a busca e apreensão feita em 2016 no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como? Você não gosta de Gleisi? Nem eu. Está indignado com os três votos — de Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes? Eu estou indignado com um: o de Edson Fachin, único a concordar com a agressão à Carta.

A senadora tinha prerrogativa de foro. Mesmo que já vigorasse em 2016 a aloprada “Emenda Barroso”, que restringe o foro especial a casos ocorridos no exercício do mandato e em função dele, o foro estaria mantido. Pois o juiz de primeiro grau mandou o Supremo à merda e determinou a operação, escancaradamente ilegal. O tribunal tornou ainda nulas quaisquer eventuais provas colhidas na ação.”

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