"Quem oferece o outro lado a Bolsonaro está depredando a democracia", diz Reinaldo Azevedo

Jornalista critica veículos de comunicação que minimizam os crimes de Jair Bolsonaro

Jornalista Reinaldo Azevedo e ato pelo impeachment de Jair Bolsonaro
Jornalista Reinaldo Azevedo e ato pelo impeachment de Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução / Reuters)


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247 – O jornalista Reinaldo Azevedo, renomado comentarista político, expressou forte crítica contra veículos de comunicação que, em sua opinião, minimizam os crimes atribuídos ao presidente Jair Bolsonaro, contribuindo para a depredação da democracia brasileira. É o que faz, por exemplo, a Folha de S. Paulo.

"Ainda vou escrever mais longa e detidamente a respeito. Sugerir que as tentativas de Bolsonaro de abolir o estado de direito e de dar golpe se resumem a minutas disso ou daquilo corresponde atuar como auxiliar da defesa. Por óbvio, não se vai encontrar 'a prova' de que ele encomendou os textos. Isso é besteira", destacou Azevedo.

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O jornalista argumenta que ao longo de quatro anos, as provas de que Bolsonaro incidiu nos Artigo 359-L e 359-M do Código Penal foram sendo produzidas. Ele ressalta momentos emblemáticos, como a reunião que veio a público, onde Bolsonaro, segundo Azevedo, explicita os crimes e revela o dolo, a intenção.

"Aquela reunião serviu para confirmar que tudo o que veio antes era intencional", pontua Azevedo. Ele acrescenta que afirmar que as imputações são polêmicas é trabalho da defesa ou de "spin doctors", questionando se estes atuam por ideologia ou pela conta bancária.

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Azevedo destaca que a reunião em questão serviu para provar o dolo da convocação dos embaixadores, anunciada por Bolsonaro como um dos atos preparatórios do golpe.

O jornalista compara o "outroladismo" atual com a situação na Alemanha pré-nazista, sugerindo que dar espaço a golpistas para explicar seu ponto de vista não é isenção, mas sim depredação das instituições democráticas.

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"Essa gente perdeu a mão. Oferece gostosamente 'o outro lado' para golpistas. Não é isenção. É depredação das instituições", concluiu Reinaldo Azevedo em suas declarações. Confira:

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