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Chanceler de Israel explora vítima brasileira da guerra para tentar emparedar Lula por críticas ao genocídio palestino (vídeo)

Israel Katz tenta incansavelmente obter um pedido de desculpas do presidente Lula, o que não ocorrerá, conforme já avisou o governo

Israel Katz e Rafaela Triestman (Foto: Reprodução/X)
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247 - O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, renovou seus ataques ao presidente Lula por conta das críticas do chefe de Estado brasileiro ao genocídio na Faixa de Gaza, onde mais de 29 mil palestinos foram mortos pelos ataques indiscriminados israelenses. 

Desta vez, e após fazer ataques a Lula nos últimos dias, ele resolveu explorar uma vítima brasileira dos ataques do Hamas de 7 de outubro de 2023, quando militantes invadiram o sul de Israel em uma operação surpresa. 

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Em postagem na rede social X (antigo Twitter), Katz publicou um vídeo da brasileira Rafaela Triestman, que estava no festival de música Nova quando os militantes do Hamas invadiram o local, matando pessoas e fazendo outras de refém. 

"Presidente Lula, após a sua comparação entre a nossa guerra justa contra o Hamas e os atos desumanos de Hitler e dos nazistas, a Rafaela tem uma mensagem que o senhor deveria ouvir", diz a postagem, em referência às recentes comparações feitas pelo presidente Lula das ações militares de Israel às atrocidades cometidas pelos nazistas. 

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No vídeo, Rafaela cita um caso de estupro no ataque e que ficou traumatizada pelos eventos, após perder seu namorado no 7 de outubro. "Nunca vou esquecer do ódio que senti naquele dia", diz. 

No entanto, o presidente Lula tem se destacado como a principal voz no mundo a se erguer contra o genocídio perpertrado pelo governo de Benjamin Netanyahu contra o povo palestino. Desde o 7 de outubro, Netanyahu já comandou o assassinato de quase 30 mil palestinos, sobretudo mulheres e crianças, feriu 70 mil, deslocou 1,5 milhão de pessoas e destruiu as residências e a infraestrutura de Gaza.

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A despeito das tentativas de intimidação do regime de Tel Aviv, rabinos judeus ortodoxos do grupo Torah Judaism dão razão ao presidente brasileiro e dizem que as ações de Netanyahu são ainda mais graves do que as práticas nazistas.

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