Grupo pró-Rússia ataca posto policial em Odessa

Centenas de ativistas pró-Rússia forçaram o portão e quebraram janelas do prédio policial pedindo pela libertação de seus camaradas detidos; o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseny Yatseniu, acusou também neste domingo a Rússia de estimular os embates em Odesssa que levaram à morte de mais de 40 ativistas pró-russos em incêndio e colocou o país mais perto da guerra civil

Centenas de ativistas pró-Rússia forçaram o portão e quebraram janelas do prédio policial pedindo pela libertação de seus camaradas detidos; o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseny Yatseniu, acusou também neste domingo a Rússia de estimular os embates em Odesssa que levaram à morte de mais de 40 ativistas pró-russos em incêndio e colocou o país mais perto da guerra civil
Centenas de ativistas pró-Rússia forçaram o portão e quebraram janelas do prédio policial pedindo pela libertação de seus camaradas detidos; o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseny Yatseniu, acusou também neste domingo a Rússia de estimular os embates em Odesssa que levaram à morte de mais de 40 ativistas pró-russos em incêndio e colocou o país mais perto da guerra civil (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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ODESSA, Ucrânia, 4 Mai (Reuters) - Centenas de ativistas pró-Rússia atacaram neste domingo (4) posto policial na cidade portuária de Odessa, no sul da Ucrânia, forçando aberto seu portão e quebrando janelas. Pedindo pela libertação de seus camaradas detidos, centenas cercavam a construção.

O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseny Yatseniu, acusou também neste domingo a Rússia de engendrar os embates em Odesssa que levaram à morte de mais de 40 ativistas pró-russos em incêndio e colocou o país mais perto da guerra civil.

Yatseniuk, falando em Odessa, atacou as forças policiais da cidade portuária no Mar Negro, sugerindo que estavam mais interessados nos frutos da corrupção do que em manter a ordem. Se houvessem feito seu trabalho, afirmou, "essas organizações terroristas teriam sido frustrados".

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O combate de sexta-feira foi o que mais causou mortes desde que o presidente favorável a Moscou Viktor Yanukovich foi forçado a fugir em fevereiro e militantes pró-Rússia lançaram levantes no leste industrial. Também marcou a primeira desordem séria fora das áreas do leste desde a queda de Yanukovich, sinalizando possíveis problemas futuros para Kiev.

"Houve dezenas de mortos resultando de ação bem-preparada e organizada contra o povo, contra a Ucrânia e contra a Odessa", disse Yatseniuk a representantes de organizações sociais.

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