Obama diz que compromisso com segurança de Israel é "sagrado"

A cooperação, tanto militar, como em inteligência com Israel "nunca foi mais forte", sustentou o presidente dos Estados Unidos, em conversa neste sábado 7, em Washington

www.brasil247.com - U.S. President Barack Obama meets with Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu in the Oval Office of the White House in Washington, September 30, 2013.      REUTERS/Jason Reed  (UNITED STATES - Tags: POLITICS)
U.S. President Barack Obama meets with Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu in the Oval Office of the White House in Washington, September 30, 2013. REUTERS/Jason Reed (UNITED STATES - Tags: POLITICS) (Foto: Gisele Federicce)


Opera Mundi / Agência Efe - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reafirmou neste sábado (07/12) que o compromisso de seu país com a segurança de Israel é "sagrado" e voltou a defender a solução diplomática como a melhor para impedir que o Irã desenvolva uma arma nuclear.

A cooperação, tanto militar, como em inteligência com Israel "nunca foi mais forte", sustentou Obama durante uma conversa no Centro Saban para o Oriente Médio do Instituto Brookigns de Washington.

As relações entre EUA e Israel passam atualmente por um momento delicado após o acordo das potências ocidentais com o Irã para suspender temporariamente o programa nuclear de Teerã, questionado duramente pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Obama voltou a defender hoje esse acordo, embora tenha admitido que os resultados são incertos, e ressaltou que não se baseia na "confiança" no Irã, mas em poder "verificar" se esse país cumpre com os compromissos acordados.

O presidente recusou comentar qual é seu "plano B" caso o acordo com o Irã fracasse e unicamente detalhou que não há nenhuma opção, incluindo a "militar", fora da mesa.

A "melhor forma" de impedir que o Irã obtenha uma arma nuclear, algo que está tanto no "interesse" de Israel como dos EUA, é com uma solução diplomática "integral e verificável", insistiu Obama.

Israel, por sua parte, exige que o Irã não possa enriquecer urânio e que todas suas centrífugas sejam desmanteladas, condições que não foram incluídas no acordo alcançado em Genebra entre o Grupo 5+1 (formado pelos Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Alemanha) e Teerã.

Quanto às negociações de paz entre israelenses e palestinos, Obama indicou que vê "possível" fixar um marco para novas conversas além do período de nove meses estabelecido em julho quando se reiniciou o diálogo entre ambas as partes com a ajuda do secretário de Estado americano, John Kerry.

Kerry prevê discursar neste fórum do Centro Saban neste sábado e amanhã, domingo (08/12). Netanyahu participará através de uma videoconferência.

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