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Rússia vai investigar viagem dos EUA à Lua

Objetivo é revelar novos "insights" sobre as viagens espaciais e apurar o desaparecimento das imagens originais do pouso que teria levado o homem à Lua, além do destino das pedras lunares que teriam sido coletadas; "Não estamos afirmando que os Estados Unidos não foram à Lua, e apenas feito um filme sobre isso. Mas todos esses artefatos científicos – ou talvez culturais – são legados da humanidade, e seu desaparecimento sem vestígios é uma perda para todos nós", disse o representante do Comitê de Investigações Vladmir Markin

Objetivo é revelar novos "insights" sobre as viagens espaciais e apurar o desaparecimento das imagens originais do pouso que teria levado o homem à Lua, além do destino das pedras lunares que teriam sido coletadas; "Não estamos afirmando que os Estados Unidos não foram à Lua, e apenas feito um filme sobre isso. Mas todos esses artefatos científicos – ou talvez culturais – são legados da humanidade, e seu desaparecimento sem vestígios é uma perda para todos nós", disse o representante do Comitê de Investigações Vladmir Markin (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A Rússia decidiu abrir uma investigação para apurar se de fato os Estados Unidos pousaram na Lua em 1969. Segundo notícias veiculadas por veículos de imprensa internacionais, o objetivo da investigação é revelar novos "insights" sobre as viagens espaciais.

Segundo o representante do Comitê de Investigações Vladmir Markin, também foi aberto um inquérito para investigar o desaparecimento das imagens originais do pouso que teria levado o homem à lua, bem como para apurar o destino das pedras lunares que teriam sido coletadas.

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"Não estamos afirmando que os Estados Unidos não foram à Lua, e apenas feito um filme sobre isso. Mas todos esses artefatos científicos – ou talvez culturais – são legados da humanidade, e seu desaparecimento sem vestígios é uma perda para todos nós", disse Markin.

Em 2009, a Nasa já havia admitido que as imagens originais do pouso do homem na Lua haviam desaparecido após terem sido apagadas juntamente com outras 200 mil arquivos em vídeo para "economizar dinheiro". Posteriormente a agência espacial americana teria conseguido restaurar as imagens históricas utilizando imagens de outras fontes, como emissoras de televisão.

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Sobre o destino e estado de conservação das pedras lunares, a Nasa informou que estas "se diferem aos encontrados na Terra em muitos diferentes aspectos". A maior parte do material, contudo estaria guardada e devidamente preservada.

 

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