Trump elogia Putin e debocha de Biden: "fraco e incompetente"

"O mundo era um lugar pacífico porque a América era forte", disse ele

07/07/2021
REUTERS/Eduardo Munoz
07/07/2021 REUTERS/Eduardo Munoz (Foto: EDUARDO MUNOZ)


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Sputnik – O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o atual mandatário Joe Biden, classificando-o como "fraco e grosseiramente incompetente" em suas ações contra a Rússia devido aos conflitos na Ucrânia.

Trump afirmou que, em seu governo, a Rússia "respeitava a América" e que Biden agora está levando o país a consequências imprevisíveis. "O mundo era um lugar pacífico porque a América era forte", disse Trump ao comentar sobre seu mandato, durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), realizada na noite deste sábado (26), em Orlando, na Flórida.

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Segundo ele, os EUA eram vistos como "poderosos, astutos e inteligentes" à época. "Agora, somos um país estúpido", disse.

Trump avaliou ainda que o presidente russo Vladimir Putin tomou a decisão sobre a operação militar especial na Ucrânia depois de assistir à "patética retirada [dos EUA] do Afeganistão".

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"Ontem [sexta-feira, 25] os repórteres me perguntaram se eu achava que o presidente Putin era inteligente. Eu disse que é claro que ele é inteligente", declarou Trump, acrescentando que os países da OTAN "não são tão inteligentes, parecem o oposto de inteligente".

O ex-presidente dos EUA ressaltou que as sanções contra a Rússia demonstram "uma atitude fraca", já que Moscou já vive sob sanções do Ocidente.

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"Putin está tocando Biden como um tambor", disse Trump, afirmando que a situação nunca teria ocorrido em seu governo, pois, segundo ele, teria sido fácil "acabar com essa farsa".

Sanções 

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As nações ocidentais têm aumentado o leque de sanções contra a Rússia após o início da operação militar na Ucrânia. Na última quinta-feira (24), o presidente russo Vladimir Putin autorizou a ação a partir do pedido de ajuda das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk (RPD e RPL), que acusaram Kiev de intensificar os bombardeios na região de Donbass. Três dias antes, a Rússia havia reconhecido a independência das repúblicas. Segundo Moscou, o objetivo da operação é salvar a população civil do genocídio e libertar Donetsk e Lugansk, por meio da desmilitarização e desnazificação da Ucrânia.

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