Ministro da Defesa nega que PEC sobre militares na política seja “vingança” do governo

“Não há um objetivo de punição e sim de dar um direito de escolha: se um militar quiser tentar a vida política será preciso abandonar a carreira militar”, diz Múcio

José Múcio e Tomás Paiva
José Múcio e Tomás Paiva (Foto: ABR | Divulgação)


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247 - A contribuição do Exército, Aeronáutica e Marinha na construção da PEC da despolitização das Forças Armadas é visto como um indicativo de que os militares estão sinalizando o desejo de estabelecer "um novo tempo" na relação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sugere a jornalista Carla Araújo em sua coluna no Uol. 

O texto enviado ao Palácio do Planalto nesta semana foi elaborado em colaboração entre o ministro da Defesa, José Múcio, e o novo comandante do Exército, Tomás Paiva. Ambos trabalharam em conjunto para criar a medida, enquanto também buscaram aconselhamento dos comandantes da Marinha e da Aeronáutica antes de entregá-la.

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“Foi Múcio quem levou a ideia ao presidente Lula que, segundo apurou a coluna, disse ver com bons olhos mudanças que possam ajudar a apagar a ‘herança Bolsonaro’”, destaca a reportagem.

Desde o início do governo, o ministro da Defesa vem tentando equilibrar a relação entre as Forças Armadas e o presidente Lula. Ele busca reconstruir a confiança, especialmente do lado do governo, e tem negado aos militares que a PEC seja uma forma de "vingança". 

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Ainda de acordo com a reportagem, o alinhamento de Múcio com os militares é de que “não há um objetivo de punição e sim de dar um direito de escolha: se um militar quiser tentar a vida política será preciso abandonar a carreira militar”.

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