TSE quer acordo com líderes religiosos para combater fake news

A Corte busca obter novos compromissos contra a desinformação, ampliar o canal de diálogo e abrir espaço para divulgar informações oficiais sobre as eleições

(Foto: Pixabay | Agência Brasil)


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247 - O TSE deve assinar no próximo dia 6 um acordo com entidades e representantes de diversas religiões sobre combate a notícias falsas. A ideia, segundo a Folha de S. Paulo, é reduzir a desconfiança em relação às urnas eletrônicas. Segundo o Datafolha, a confiança no sistema de votação vem caindo expressivamente. 

A Corte busca novos compromissos com os grupos contra a desinformação, ampliar o canal de diálogo e abrir espaço para divulgar informações oficiais sobre as eleições. 

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"Serão representantes de várias tradições religiosas diferentes, como da umbanda, candomblé, espíritas, muçulmanos, judeus, evangélicos e católicos", disse o desembargador William Douglas, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região, um dos organizadores do evento. "Todos vão assinar um compromisso de trabalharmos a paz, tolerância, diálogo e o repúdio a qualquer solução violenta sobre as eleições".

Em nota, o TSE disse que deve ser firmado "um termo de cooperação, especificamente relacionado com a promoção da ideia de paz, respeito e tolerância nas eleições, uma das principais bandeiras da gestão do ministro Fachin".

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O bispo Eduardo Bravo, presidente da Unigrejas, entidade com 50 mil pastores, afirmou que vai trabalhar para que as eleições aconteçam em "paz, harmonia e respeito". "Para que nada impeça o processo eleitoral de acontecer da melhor forma possível", disse. Sua entidade assinará o termo de cooperação. No entanto, segundo autoridades que acompanham as discussões, nem todas as entidades devem se comprometer a apoiar a posição do TSE em relação às urnas eletrônicas. 

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