Jefferson já cumpre pena em presídio de Niterói

Antes, ex-presidente do PTB fluminense condenado na Ação Penal 470 passou pelo Presídio Ary Franco e pelo Hospital Penitenciário, no Complexo de Gericinó, em Bangu; seu advogado, Marcos Pedreira de Lemos, disse que preferia que seu cliente fosse levado para o Instituto Ismael Pereira Sirieiro, também em Niterói, por considerar a instituição "mais adequada" para o cumprimento da pena

Antes, ex-presidente do PTB fluminense condenado na Ação Penal 470 passou pelo Presídio Ary Franco e pelo Hospital Penitenciário, no Complexo de Gericinó, em Bangu; seu advogado, Marcos Pedreira de Lemos, disse que preferia que seu cliente fosse levado para o Instituto Ismael Pereira Sirieiro, também em Niterói, por considerar a instituição "mais adequada" para o cumprimento da pena
Antes, ex-presidente do PTB fluminense condenado na Ação Penal 470 passou pelo Presídio Ary Franco e pelo Hospital Penitenciário, no Complexo de Gericinó, em Bangu; seu advogado, Marcos Pedreira de Lemos, disse que preferia que seu cliente fosse levado para o Instituto Ismael Pereira Sirieiro, também em Niterói, por considerar a instituição "mais adequada" para o cumprimento da pena (Foto: Roberta Namour)
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Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
O ex-deputado federal Roberto Jefferson, delator do processo do chamado mensalão, já está no Instituto Penal Coronel PM Francisco Spargoli Rocha, em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde deverá cumprir a pena de 7 anos e 14 dias de prisão, em regime semiaberto, a que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A informação foi dada pela secretaria de Imprensa da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap).

Ex-presidente do PTB fluminense, Jefferson foi condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Antes de ir para Niterói, ele passou pelo Presídio Ary Franco e pelo Hospital Penitenciário, no Complexo de Gericinó, em Bangu. O advogado de Jefferson, Marcos Pedreira de Lemos, disse, em rápida entrevista, antes da transferência, que preferia que seu cliente fosse levado para o Instituto Ismael Pereira Sirieiro, também em Niterói, por considerar a instituição "mais adequada" para o cumprimento da pena.

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