Requião afirma que militares não defendem o Brasil, mas o entreguismo de Bolsonaro

Candidato ao governo do Paraná questiona a postura dos generais contrária aos interesses nacionais

www.brasil247.com - Roberto Requião e Jair Bolsonaro
Roberto Requião e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/Facebook | REUTERS/Adriano Machado)


247 – O pré-candidato do PT ao governo do Paraná, Roberto Requião, questionou a postura dos militares brasileiros, mesmo diante das evidências de que ele entrega as riquezas nacionais e atua contra os interesses nacionais e comete crime de lesa-pátria, ao sugerir que irá trabalhar em favor dos Estados Unidos. Confira:

Dias atrás, uma reportagem da agência Bloomberg confirmou o que muitos brasileiros já sabem: Jair Bolsonaro trabalha contra os interesses nacionais e, portanto, comete o crime de lesa-pátria. "O presidente brasileiro Jair Bolsonaro pediu ajuda ao presidente dos EUA, Joe Biden, em sua candidatura à reeleição durante uma reunião privada à margem de uma cúpula regional nesta semana, retratando seu oponente de esquerda como um perigo para os interesses dos EUA, segundo pessoas familiarizadas com o assunto", informa o jornalista Eric Martin, da Bloomberg.

"Durante a reunião desta quinta-feira, Biden destacou a importância de preservar a integridade do processo eleitoral democrático no Brasil e, quando Bolsonaro pediu ajuda, Biden mudou de assunto, disse uma das pessoas. Os comentários de Bolsonaro a Biden sobre seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva, ecoaram suas advertências públicas sobre o ex-presidente de dois mandatos, segundo as pessoas, que pediram anonimato para discutir uma conversa privada. A assessoria de imprensa da presidência do Brasil não respondeu imediatamente a um pedido de comentário, enquanto a assessoria de imprensa da Casa Branca se recusou a comentar imediatamente", acrescentou o jornalista.

Ao contrário de Bolsonaro, que entrega todas as riquezas nacionais, como fez com a Eletrobrás e pretende fazer com o pré-sal, Lula defende boas relações com os Estados Unidos, mas sem abrir mão da soberania nacional.

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