Bolsonaro e Daniel Silveira: a existência infernal como política

"Absolutamente infernal ter no poder um mandatário completamente irresponsável, inconsequente e de extrema direita", escreve Davis Sena Filho

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro e Daniel Silveira
Jair Bolsonaro e Daniel Silveira (Foto: Divulgação)


Por Davis Sena Filho 

Veja o enfrentamento do presidente fascista Jair Bolsonaro contra a Justiça por causa da condenação do ex-PM do Rio de Janeiro e deputado de extrema direita, Daniel Silveira, aliado do atual presidente fascista, que incorreu, repetidamente, em crimes contra a ordem democrática e a Constituição, assim como contra as instituições republicanas, que são garantidoras do Estado de Direito.

Isso não acaba bem. São quase quatro anos de crises e afrontas recorrentes no Brasil, por causa de um desgoverno essencialmente fascista e ultraliberal, que abandonou literalmente as demandas e reivindicações do povo brasileiro e em troca lhe deu desemprego em massa, fome e pobreza, além de violência epidêmica somada a ações que se contrapõem aos interesses e à soberania do Brasil.

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Na verdade, desde 2013, quando se deu início as primeiras tentativas de golpe de estado perpetradas pela direita nos protestos de rua, o Brasil desceu ladeira abaixo, a rolar em uma crise moral, social e econômica sem precedentes em toda sua história, sendo que Bolsonaro dá continuidade às crises institucionais a ferro e fogo, pois sua intenção é gerar conflitos entre os poderes e, consequentemente, radicalizar politicamente o ano eleitoral, que tem Lula, do PT, a liderar todas as pesquisas eleitorais desde o segundo semestre de 2021.

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Infernal. Absolutamente infernal ter no poder um mandatário completamente irresponsável, inconsequente e de extrema direita. Não há paz. O País foi entregue a predadores dos piores e dos mais ferozes, que implantaram a fórceps um desgoverno de desassossego e desesperança. 

Bolsonaro e seus generais vão apostar todas as fichas nessas eleições presidenciais no enfrentamento ao STF para gerar crise intermitente e até mesmo, dependendo do tamanho da crise alcançada, tentar outro golpe, pois a primeira tentativa foi em 7 de Setembro passado.

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Ele se alimenta e vive de crise. Se retroalimenta, esse sujeito, de contendas fatricidas contra a população, como ocorreu na grave crise das vacinas, que já matou mais de 630 mil brasileiros, sem ele ter nunca visitado um hospital.

Como seu desgoverno é sistematicamente contra os interesses do povo, que é responsável pela produção das riquezas do País, bem como sua administração é um fracasso retumbante em todas as áreas e segmentos da economia, Bolsonaro sabe e compreende que ele não tem nada a apresentar quando for candidato à reeleição.

Por isso que o presidente desajuizado e de atos covardes e autoritários cria graves crises institucionais, como agora ao assinar um decreto que pretensamente liberará seu parceiro de fascismo, de codinome Daniel Pereira, das grades da cadeia.

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Certamente que os juízes do Supremo tratarão da ação promovida por um presidente sem escrúpulos e que sempre se comportou como inimigo da democracia e da soberania do Brasil, basta observar o que fizeram com o Pré-sal e a Petrobrás. pois 

Jair Bolsonaro é o fim do fim. Ele é uma das maiores, se não for a maior desgraça da história deste País. Trata-se, ipsis litteris, de mandatário pleno de total inconsequência e irresponsabilidade quanto à estabilidade política e institucional do País.

Porém, golpista defende golpista. Eles tem empatia mútua. É muito séria essa crise, porque se trata de escalada para a radicalização e a aposta, por parte de Bolsonaro e seus generais, em um futuro golpe de estado ou auto-golpe. 

O decreto assinado por Bolsonaro é afronta pura e simples para blindar o parlamentar condenado e gerar fatos políticos contra o STF. O presidente fascista cometeu mais uma provocação em sua vida desditosa e infernal. 

Acontece, e deveriam avisar a ele, que crime contra a ordem constitucional (artigo 5° XLIV) não é passível do benefício de indulto concedido ao deputado Daniel Silveira. É apenas mais um desmando de incontáveis desmandos de tal inconsequente, que diabolicamente inferniza o Brasil. É isso aí.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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