Doria se mostra igual a Bolsonaro e reprime violentamente servidores públicos

Sua veia autoritária, idêntica à de Bolsonaro transpareceu durante a votação, em segundo turno, da reforma da previdência proposta pelo Executivo paulista

João Doria; Polícia de Choque da PM na Assembléia Legislativa de São Paulo durante votação da Reforma da Previdência
João Doria; Polícia de Choque da PM na Assembléia Legislativa de São Paulo durante votação da Reforma da Previdência (Foto: GOV SP | PT/ALESP)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

O governador de São Paulo, João Doria, do PSDB, procura de todas as maneiras se distanciar do presidente Jair Bolsonaro, posando de democrata. Mas a sua veia autoritária, idêntica à de Bolsonaro transpareceu na terça-feira (3), durante a votação, em segundo turno, da reforma da previdência proposta pelo Executivo paulista.

A máscara de Doria caiu rapidinho com a truculência policial sobre os manifestantes pacíficos contra a malfadada reforma que retira muitas conquistas importantes das servidoras e servidores públicos e afeta sobremaneira os docentes.

continua após o anúncio

As mais de 20 mil pessoas presentes em manifestação pacífica, na maioria professoras e professores, foram brutalmente atacadas com gás de pimenta e balas de borracha pelos policias militares, também servidores públicos, com autorização do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), Cauê Macris, do PSDB como o governador.

Para piorar, o governador teve o desplante de tentar justificar a violência policial taxando os manifestantes como vândalos, destruindo o patrimônio público, mas quem estava presente viu policiais agredindo manifestantes sem nenhum motivo.

continua após o anúncio

A liberdade de manifestação, garantida pela Constituição Federal, foi brutalmente atacada. Dezenas de professoras e professores foram feridos com balas de borracha. Os policiais foram para cima dos manifestantes, causando o tumulto e o resultado do que aconteceu é responsabilidade de quem ordenou esse ataque injustificado. É importante lembrar aos policiais que eles também são servidores públicos, pagos com o imposto de quem trabalha e sustenta este estado.

O recado das professoras e professores presentes na Alesp foi dado. A luta não para contra os desmandos de Doria. Neste domingo (8), lotaremos as ruas de São Paulo em defesa da democracia e dos direitos, contra Bolsonaro e Doria. Quem produz a riqueza da nação e do estado têm o direito de viver com dignidade.

continua após o anúncio

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247