Em Minas, o compromisso é com a população

Mais uma vez, o governo Fernando Pimentel traz para o centro das decisões a população, que durante os 12 anos de administração tucana, havia sido deixada de lado. 

Nos últimos meses, o caos tomou conta de diversos estados brasileiros. Em meio à crise financeira, prisional ou no funcionalismo, governantes que não dialogam com a população, cortam direitos trabalhistas e sociais e não conseguem garantir serviços básicos à população. Se ao olharmos nossos vizinhos capixabas e fluminenses, vemos este cenário de balbúrdia, em Minas Gerais, acompanhamos um governo que enfrenta todas as dificuldades financeiras, sem atropelos, com os serviços públicos funcionando, a polícia presente, as escolas e os postos de saúde abertos.

Certamente, um fator decisivo para que as terras mineiras não se tornem também uma babel é o modelo de gestão implementado por Fernando Pimentel, que se nega a colocar nas costas da população e dos servidores públicos a conta da crise. Ao contrário, aqui, têm sido honrados compromissos históricos, como o pagamento do piso nacional dos educadores e dos reajustes e promoções da Polícia Militar.

Outro fator preponderante tem sido o diálogo aberto com a população, sejam setores sindicais e movimentos sociais, sejam os cidadãos, por meio dos Fóruns Regionais de Governo. Uma das ações que sintetizam este jeito de governar é a assinatura, no final de 2016, do Pacto pelo Cidadão, um conjunto de metas e ações que traduzem os compromissos do governo com a sociedade. Nele, cada área pactuou metas que vão orientar os investimentos para os próximos dois anos.

O Pacto contém ações escolhidas como prioritárias pela população, durante os encontros dos Fóruns Regionais de Governo, além de Metas Setoriais, que foram definidas nos Comitês Temáticos. Seu objetivo é subsidiar as decisões estratégicas, bem como propor diretrizes a serem implementadas e garantir a integração e regionalização das ações, para que, assim, o governo consiga atender a todos os mineiros, nos quatro cantos do Estado. O Pacto também zela pela responsabilidade na gestão fiscal, orçamentária e financeira. Com isso, amplia-se a participação popular e o controle social das políticas públicas.

Mais uma vez, o Governo Pimentel traz para o centro das decisões a população, que durante os 12 anos de administração tucana, havia sido deixada de lado. Eram gestões que se preocupavam, apenas, com a entrega de grandes obras, jamais definidas em conjunto com a sociedade e que pouco representavam em melhoria da qualidade de vida do cidadão comum. Exemplo clássico disso foi a Cidade Administrativa. Enquanto fazia obras faraônicas, o governo do PSDB deixava de atender demandas importantes, em áreas essenciais, como saúde, segurança e educação. Necessidades estas que, hoje, mesmo em tempos de grave crise financeira, estão sendo atendidas. Como bem definiu Pimentel, sua gestão é de pequenas entregas, porém, de grandes mudanças, que beneficiem diretamente a população de todos os municípios do Estado.

Pimentel tem consolidado, assim, um novo modelo de gestão, que dá voz e vez ao real dono do governo: o povo. Com isso, prova que equilíbrio das contas públicas não precisa ser sinônimo de desmonte do serviço público e muito menos de precarização dos direitos dos servidores, como prescreve o receituário golpista neoliberal.

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