Criar um “grupo de amigos da democracia”, a principal mensagem política da entrevista coletiva do ex-presidente Lula, agorinha.
Grupo que envolva “as pessoas sérias da Polícia Federal”, “as pessoas sérias do Ministério Público” e os políticos, que precisam se apresentar à população a cada quatro anos para pedir voto e confiança (e passar no teste).
Sem ódio, como é marca do ex-presidente, cujos inimigos são a pobreza e a fome, e não a turma da primeira instância de Curitiba.
Com a denúncia inepta, meteram-se numa enrascada.
Salvo engano, na entrevista, Lula lembrou que Obama pediu para sentar ao seu lado, após autorizado a se juntar a uma conversa dos BRICS, num evento internacional. “Se não, vão me bater”, teria dito o presidente dos EUA.
Lula é só amor e entendimento, sem baixar a cabeça.
Tenho a convicção.
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