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Tereza Cruvinel

Colunista/comentarista do Brasil247, fundadora e ex-presidente da EBC/TV Brasil, ex-colunista de O Globo, JB, Correio Braziliense, RedeTV e outros veículos.

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Lula não dividirá Ministério da Justiça, diz Jaques Wagner

O senador do PT-BA informou que Lula não pretende dividir uma pasta para criar o Ministério da Segurança Pública, destaca a jornalista Tereza Cruvinel

Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Jaques Wagner (Foto: Ricardo Stuckert)
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Lula não se fixou ainda em um nome para suceder a Flávio Dino no Ministério da Justiça mas já decidiu que não vai dividir o ministério para criar a pasta da Segurança Pública. A informação foi dada pelo líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, em conversa no final da tarde de hoje com alguns jornalistas, em que fez um balanço do Governo e, particularmente, da relação com o Congresso Nacional.

Perguntado sobre o momento em que ouviu Lula dizer isso, pois ele mesmo afirmou em recente podcast que examinava essa possibilidade, Wagner disse que ouviu a afirmação do presidente nas últimas 24 horas. O líder, entretanto, disse não ter perguntado a Lula as razões que o levaram à decisão. É sabido que Dino, ao assumir a pasta no início do Governo, foi contra a divisão.

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Wagner demonstrou a preocupação do governo com o empoderamento crescente do Congresso em relação ao Orçamento, a exemplo das novas imposições propostas pela LDO a ser votada, fixando um calendário para o empenho das emendas individuais e de bancada. Tais emendas, somadas às de comissões, farão com que cerca de R$ 50 bilhões passem a ser controlados diretamente pelo Congresso.

- Em algum momento terá que haver um ponto de arrumação. Eu acho que deveríamos fazer um novo plebiscito sobre o sistema de governo, pois estamos em um misto de presidencialismo com parlamentarismo.

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Citando decisões do Congresso como a derrubada do veto ao projeto da desoneração da folha de pagamento das empresas de 17 setores da economia, acrescentou:

- Não é possível a continuação dessa prática de criar despesas sem apontar de onde virão aos recursos.

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Afora isso, entretanto, ele considerou que o Congresso conseguiu avanços extraordinários com a aprovação da Reforma Tributária e das medidas para aumento da receita propostas pelo ministro Fernando Haddad.

Este ano, disse ele, foi de arrumação e de reconstrução. Para o ano que vem, o governo terá uma outra agenda, focada no crescimento da economia e na redução da pobreza e da desigualdade.

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