PEC Eleitoral deverá impulsionar campanha de Bolsonaro, mas não dá forças para que ele seja reeleito, avalia PT

"No próximo mês, a gente vai ver [o impacto da PEC Eleitoral], mas reverter o quadro e tornar o Bolsonaro favorito é muito difícil”, disse o senador Humberto Costa

Humberto Costa e Bolsonaro
Humberto Costa e Bolsonaro (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | Alan Santos/PR)


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247 - Integrantes do PT avaliam que a provável aprovação da PEC Eleitoral na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (13) deverá impulsionar a campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, mas não terá força o bastante para fazer com que ele consiga ultrapassar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e vencer o pleito no primeiro turno. Segundo reportagem da Carta Capital, a análise é que a eleição seja decidida em um eventual segundo turno. 

A votação da PEC, que libera R$ 41,25  bilhões para o governo gastar durante o período eleitoral, foi suspensa na terça-feira (12) por uma decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A proposta já havia sido aprovada em primeiro turno por 393 votos a favor e 14 contrários.

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“No próximo mês, a gente vai ver [o impacto da PEC Eleitoral no eleitorado de Bolsonaro], mas reverter o quadro e tornar o Bolsonaro favorito é muito difícil”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE). “Se ele [Bolsonaro] crescer, a possibilidade do voto de centro ir para o Lula já no primeiro turno cresce também”, completou. 

“Temos que trabalhar muito. Eu não aposto nessa história de primeiro turno. E se não der certo? Vem um desânimo”, disse o  ex-ministro Gilberto Carvalho. “Temos que acabar com isso, o negócio é ganhar a eleição”, emendou.

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