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População repudia o genocídio em Gaza, cita Joe Biden e "Lula parou a guerra" fica entre os assuntos mais comentados nas redes

Após o chefe de Estado brasileiro repudiar os crimes contra palestinos, o presidente americano admitiu a possibilidade de um cessar-fogo na Faixa de Gaza

Joe Biden, Benjamin Netanyahu, Faixa de Gaza e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters I Divulgação)
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247 - Internautas elogiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o governo dos Estados Unidos, país presidido por Joe Binden, afirmar que, até a próxima segunda-feira (4), deve ser feito um acordo de cessar-fogo para conter o genocídio cometido por forças israelenses na Faixa de Gaza, onde mais de 30 mil palestinos morreram desde o dia 7 de outubro.

O anúncio feito por Biden veio após Lula condenar o genocídio durante agenda no mês passado na Etipópia. De acordo com um perfil na rede social X, "o Brasil foi o primeiro no Conselho de Segurança da ONU a propor um cessar-fogo em Gaza". "Com sua liderança mundial o presidente Lula denunciou fortemente o genocídio palestino. Agora Biden anuncia um cessar-fogo em Gaza na próxima segunda. Lula parou a guerra. Assim o Nobel vem".

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Outra pessoa fez a seguinte postagem: "Lula mostrou liderança ao cobrar ação na guerra em Gaza, e a postura firme do Brasil ecoa. Resultado: Biden anuncia o cessar-fogo. O Lula parou a guerra e o Brasil na vanguarda pela paz".

O chefe de Estado brasileiro disse que "não existe em nenhum outro momento histórico" o genocídio na Faixa e Gaza. "Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus", afirmou.

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No sábado (17), Lula disse que a solução definitiva para a guerra na Faixa de Gaza vai ocorrer "se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino". "Ser humanista hoje implica condenar os ataques perpetrados pelo Hamas contra civis israelenses, e demandar a liberação imediata de todos os reféns. Ser humanista impõe igualmente o rechaço à resposta desproporcional de Israel, que vitimou quase 30 mil palestinos em Gaza – em sua ampla maioria mulheres e crianças – e provocou o deslocamento forçado de mais de 80% da população".

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