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'Quem senta na cadeira de presidente do Senado não pode se render ao populismo', diz Pacheco em discurso antes de votação

Fala vem no contexto de bolsonaristas defendendo a eleição do senador Rogério Marinho à presidência da Casa

Pacheco discursa a colegas do Senado antes de votação para presidente da Casa Alta (Foto: Reprodução)
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247 - O presidente do Senado e candidato à reeleição ao cargo, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), discursou nesta quarta-feira (1º) antes da votação que determina o novo chefe da Casa Alta. 

"Cumprir os compromissos que fiz desta tribuna e do juramento que fiz ao assumir o mandato de senador. De defender a República, seus fundamentos. De defender o Estado de Direito, de defender a democracia, de defender a federação, que é o papel desta casa. De defender o povo brasileiro", prometeu Pacheco.

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Em sua fala, Pacheco discursou sobre a responsabilidade central do presidente do Senado em impedir o populismo, no contexto de bolsonaristas defendendo a eleição do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência da Casa Alta. 

"A responsabilidade que deve ter alguém que senta naquela cadeira, que não pode se render à demagogia, que não pode se render ao populismo, que não pode se escravizar pela desinformação das redes sociais", acrescentou. 

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STF

Em seu discurso, Pacheco também prometeu "colocar limites" nos poderes do Supremo Tribunal Federal (STF), uma exigência de bolsonaristas enfurecidos com uma suposta perseguição por parte da Corte. 

"Diferentemente do que sustentam sobre revanchismo, retaliação ou possível enquadramento ao Poder Judiciário, iremos cumprir nosso papel verdadeiro de solucionar o problema através da nossa capacidade de legislar, vamos legislar para se colocar limites aos poderes", disse. 

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 "Se há problema em relação a decisões monocráticas, legislaremos quanto a isso. Se há problema nos pedidos de vistas no STF, legislaremos a isso. Se há problema de competência do STF, legislaremos quanto a isso", completou.

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