Estados Unidos reconhecem a Colômbia pelo respeito aos direitos humanos e autorizam o envio de fundos militares
Por sua vez, o embaixador da Colômbia nos Estados Unidos, Luis Murillo, afirmou que a "estreita cooperação" entre ambos os países é "essencial"
Télam - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, elogiou hoje o respeito aos direitos humanos por parte do governo colombiano e considerou que isso permite a alocação de fundos para fortalecer suas capacidades militares.
"Como parte da atual parceria de segurança" entre ambas as nações, "Blinken autorizou fundos estratégicos para fortalecer as capacidades militares", informou a embaixada norte-americana em Bogotá na rede social X, antes Twitter.
"Esta certificação anual informa ao Congresso dos Estados Unidos sobre o progresso contínuo da Colômbia na Justiça de transição e nos direitos humanos", acrescentou.
Em sua certificação anual, o Departamento de Estado solicita ao Congresso a liberação de fundos para aumentar e fortalecer as competências das Forças Armadas da Colômbia em benefício mútuo.
"O governo colombiano está fazendo avanços consistentes na redução de ameaças e ataques contra defensores dos direitos humanos e outros membros da sociedade civil, e as autoridades judiciais estão processando e punindo os responsáveis por ordenar tais ataques", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia.
Em sua comunicação ao Congresso, Blinken observou que o governo do presidente Gustavo Petro "está fazendo progressos consistentes na proteção das comunidades afro-colombianas e indígenas e no respeito aos seus direitos e territórios".
"A Jurisdição Especial para a Paz e outras autoridades judiciais estão condenando os perpetradores de graves violações dos direitos humanos", acrescentou o funcionário, de acordo com a agência de notícias Sputnik.
Na comunicação, ele mencionou que "as Forças Armadas da Colômbia estão cooperando plenamente com os requisitos descritos".
Por sua vez, o embaixador da Colômbia nos Estados Unidos, Luis Murillo, afirmou que a "estreita cooperação" entre ambos os países é "essencial" para enfrentar os desafios e "transformar o foco da segurança em segurança humana multidimensional".
