Jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. Autor de treze livros, dentre os quais "Porque não deu certo", "O Cofre do Adhemar", "A guerra do apagão" e "O domador de sonhos"
"A visita de Bolsonaro e sua trupe aos Estados Unidos tem sido uma sucessão de insultos ao Brasil e aos brasileiros, de uma forma jamais vista em nossa história", avalia o jornalista Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; "O embaixador da ditadura Castello Branco nos Estados Unidos, Juraci Magalhães produziu uma das frases mais calhordas da história brasileira: 'O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil'. Cinquenta e cinco anos depois, podemos dizer que o que é bom para Bolsonaro não é bom para o Brasil"
"O juiz Gustavo Gomes Kalil, da 4ª Vara Criminal do Rio de Janeiro acabou de vez com a dúvida: a morte de Marielle teve mandante e o crime custou R$200 mil. Kalil deferiu o pedido do Ministério Público de declarar réus os acusados Ronnie Lessa e Élcio Vieira. E forneceu detalhes até então ocultos", diz Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; "Segundo ele, a informação de que Ronnie era o assassino partiu de uma fonte anônima, em telefonema à Polícia do dia 15 de outubro de 2018. O mesmo dia em que o ex-PM Fabrício Queiróz foi exonerado do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. A fonte informou que o assassinato fora encomendado por R$ 200 mil. A partir desse dia, Ronnie passou a ser investigado"
"A imprensa deu destaque a um trecho da declaração de ontem de Olavo de Carvalho, o Rasputin de Bolsonaro a respeito do governo em que manda e desmanda, diretamente de Virginia, EUA: 'Não precisa mudar nada para ficar mal, é só continuar isso, mais seis meses e acabou'", reforça Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; "Não há dúvida que Olavo está colaborando para criar um clima de caos que justifique alguma coisa" no sentido de mudar o jeito de governo, "que o vice Mourão já chamou, em entrevista à Globo News, de 'autogolpe'"
O jornalista Alex Solnik afirma que "quem está desestabilizando o País são os Bolsonaro"; "o primeiro projeto apresentado pelo agora senador Flávio Bolsonaro foi a abertura do setor de armas para empresas estrangeiras", constata; ele também cita Eduardo Bolsonaro que disse que "para fechar o STF basta um jipe com um soldado e um cabo"; ele completa dizendo que Outro filho de Bolsonaro, Carlos, é o chefe da "milícia digital"
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, apontou que no mês de outubro do ano passado, foi registrado um depósito de R$ 100 mil em dinheiro vivo na conta de Ronnie Lessa, apontado como o assassinado da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. "Uma quantia tão vultuosa depositada dessa forma suspeita – evidentemente para burlar as leis – deveria ter sido comunicado pela agência bancária às autoridades e investigado imediatamente pelo Coaf", adverto o colunista do 247, o jornalista Alex Solnik
"Ainda não se completaram 100 dias de governo Bolsonaro e algumas características do neofascismo já estão devidamente apresentadas aos brasileiros. Já tivemos atentados políticos (Marielle e ônibus do Lula), os milicianos estão aí, os ataques à imprensa, à Justiça, o culto à violência, a liberação das armas (como Hitler), a demonização do PT, dos políticos, o massacre de Suzano", avalia o jornalista Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; "As elites econômicas brasileiras não têm ideia de aonde amarraram o seu burro. Todos os regimes de extrema-direita levaram seus países a guerras", diz Solnik
Colunista Alex Solnik, membro do Jornalistas pela Democracia, destaca que Guilherme Taucci Monteiro, um dos matadores na tragédia numa escola de Suzano (SP), postou várias fotos no Facebook e que o próprio Mark Zukerberg já afirmou que a empresa "sabe tudo sobre as preferências de seus usuários"; "Fica, portanto, difícil entender porque, durante um ano e meio, o Facebook leu as mensagens trocadas entre os dois assassinos e não detectou o massacre que planejavam e os denunciou às autoridades"
Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia diz que a afirmação do presidente Jair Bolsonaro, de que dorme com uma arma ao lado da cama, "é uma confissão desalentadora. O chefe do estado admite que o estado que dirige não garante a segurança, que é seu dever constitucional, nem do presidente da República"; "A segunda constatação é que ele fez uma eficiente propaganda de armas, o que é proibido por lei. Não foi nem propaganda, foi merchandising, foi testemunhal", ressalta
"É claro que o ambiente favorável à liberação e uso de armas deflagrado na campanha presidencial e que segue no mandato de Jair Bolsonaro a todo vapor é o pano de fundo de mais essa tragédia brasileira", escreve o colunista Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; perfis nas redes sociais atribuídos a Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, indicam que ele era um amante de armas e apoiador de Jair Bolsonaro
"A primeira constatação é que foi punido pelo que revelou ontem e não porque agora a polícia irá atrás do mandante", escreve o jornalista Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia, sobre o delegado Giniton Lages, que chegou aos acusados de matar Marielle Franco e Anderson Gomes; "Foi punido porque a sua investigação mostrou ao país que o matador mora a três casas do presidente da República e – sobretudo – porque confirmou que a filha do matador namorou com o filho do presidente", diz Solnik