A delação contra Jesus Cristo

Ao nos inspirarmos nos nobres sentimentos de humanidade que afloram na Páscoa, paramos para pensar sobre o avanço de sentimentos menores, que trabalham para atrapalhar a unidade, que tem como meta construir horizontes de avanço para o Brasil

Nesta última semana de março, os cristãos de todo o mundo vivenciam, mais uma vez, uma data de grande simbologia, que aflora a compaixão, humanismo, solidariedade, ética, responsabilidade social e preocupação com o próximo. A Páscoa é o dia mais importante da fé Cristã, mas também é um momento de reflexão e recolhimento.

Ao assistir o rito da paixão de Jesus Cristo, nesta Semana Santa de 2016, revivemos também um período da história de vida de um homem que pregava a mudança, o avanço social, o combate à pobreza, a violência, o respeito às mulheres, entre muitas ações. Em quase todos os seus sermões, Jesus Cristo pontifica a base de uma sociedade na qual os seres humanos não explorem uns aos outros, na qual o homem não seja lobo do próprio homem.

Mas a história mostra que pensamentos tão avançados nem sempre encontram repouso em sociedades com ordens de pensamento pré-estabelecidas. Denúncias de charlatanismo e de homem inimigo do povo e do Estado resultaram na prisão e condenação, injustamente, de Cristo.

A lição que tiramos dessa história, e que deve nos levar a refletir nesta Páscoa e em muitas outras, é que não podemos nos render às injustiças do cotidiano e nem à determinada Justiça, que tem como base uma metodologia de condenações prévias, julgamentos em praça pública e condenações sem provas. Precisamos, cada um de nós, coletiva e individualmente, refletir sobre como a história nos ensina a seguir em frente e mudar a nossa realidade.

Ao nos inspirarmos nos nobres sentimentos de humanidade que afloram na Páscoa, paramos para pensar sobre o avanço de sentimentos menores, que trabalham para atrapalhar a unidade, que tem como meta construir horizontes de avanço para o Brasil. A passagem da Páscoa se converte em um bom momento para pensarmos em nosso povo e os rumos dessa que é uma das maiores nações Cristãs do mundo.

Assim como o Messias, que se posicionou no mundo, tentou cumprir uma missão e enfrentou situações, não muito diferentes das que enfrentamos hoje, nosso desafio é enfrentar todos os obstáculos que trabalham contra o avanço do nosso país.

O exemplo de Cristo, que entendeu que alguns não sabiam o que faziam, é oportuno e nos convida a pensar sobre a desumanidade pregada por setores da nossa sociedade. O momento não é somente de jejum e penitência, mas de reação e avaliação sobre que futuro queremos para nosso Brasil.

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